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segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Os equipamentos devem estar posicionados dentro dos limites de alcance manual

Os equipamentos devem estar posicionados dentro dos limites de alcance manual e visual do operador, permitindo a movimentação adequada e segura dos membros e visual do operador, permitindo a movimentação adequada e segura dos membros superiores e inferiores e respeitando a natureza dsuperiores e inferiores e respeitando a natureza da tarefa.a tarefa. Os equipamentos e ferramentas elétricas devem estar aterrados e as fiações e os equipamentos e ferramentas elétricas devem estar aterrados e as fiações e cabos devem ser submetidos a revisões periódicas para verificação de sinais de desgaste ou outros defeitos que possam comprometer a segurança. ou outros defeitos que possam comprometer a segurança. As ferramentas e equipamentos de trabalho devem ter sistema de manutenção ntas e equipamentos de trabalho devem ter sistema de manutenção constante.constante. 
 
Devem ser consideradas as sugestões dos trabalhadores na escolha das Devem ser consideradas as sugestões dos trabalhadores na escolha das ferramentas e dos equipamentos manuais.ferramentas e dos equipamentos manuais.Os empregadores devem:Os empregadores devem: a) estabelecer critérios de exigêncestabelecer critérios de exigências para a escolha das características das facas, com a ias para a escolha das características das facas, com a participação dos trabalhadores, em função das necessidades das tarefas existentes na participação dos trabalhadores, em função das necessidades das tarefas existentes na empresa;empresa; b) implementar sistema para controle de afiação das facas;implementar sistema para controle de afiação das facas; 
c) estabelecer mecanismos de reposição constante de festabelecer mecanismos de reposição constante de facas afiadas, em quantidade acas afiadas, em quantidade adequada em função da demanda de produção; adequada em função da demanda de produção; d) instruir os supervisores sobre a importância da reposição de facas afiadas;instruir os supervisores sobre a importância da reposição de facas afiadas; e) treinar os trabalhadores, especialmente os recém admitidos ou nos casos de mudança treinar os trabalhadores, especialmente os recém admitidos ou nos casos de mudança de função, no uso da chaide função, no uso da chaira, quando aplicável à atividade.ra, quando aplicável à atividade. 
O setor ou local destinado a afiação de facas, onde houver, deve possuir espaço O setor ou local destinado a afiação de facas, onde houver, deve possuir espaço físico e mobiliário adequado e seguro.físico e mobiliário adequado e seguro. 36.9 Condições ambientais de trabalho 36.9 Condições ambientais de trabalho, RuídoRuído.  Para controlar a exposição ao ruído ambiental devem ser adotadas medidas Para controlar a exposição ao ruído ambiental devem ser adotadas medidas que que priorizem a sua eliminação, a redução da sua emissão e a redução da exposição dos priorizem a sua eliminação, a redução da sua emissão e a redução da exposição dos trabalhadores, nesta ordem.trabalhadores, nesta ordem. 
Todas as condições de trabalho com níveis de ruído excessivo devem ser objeto Todas as condições de trabalho com níveis de ruído excessivo devem ser objeto de estudo para determinar as mudanças estruturais necede estudo para determinar as mudanças estruturais necessárias nos equipamentos e no ssárias nos equipamentos e no modo de produção, a fim de eliminar ou reduzir os níveis de ruído.modo de produção, a fim de eliminar ou reduzir os níveis de ruído. 

Quais as medidas preventivas em instalações elétricas para controle de riscos de acidentes?

Quais os tipos de avaliações são realizadas nas frentes de serviço ?
As medidas a seguir têm importância capital na prevenção de acidentes de trabalho.  Permitir a instalação e manutenção somente por profissionais qualificados e obedecendo às normas técnicas vigentes. Manter as instalações e os aparelhos em ótimo estado de conservação e manutenção. Tomar cuidado em qualquer serviço nas instalações elétricas, mesmo as de baixa tensão. Usar somente fios com capacidade adequada para o equipamento a ser utilizado, devidamente protegidos contra toque acidental, preferivelmente isolados e protegidos mecanicamente, fazendo-se a instalação aérea ou por eletroduto (conduíte) rígido ou flexível. Aterrar eletricamente as carcaças e as proteções metálicas dos equipamentos. Proteger de toques acidentais os equipamentos sob tensão, colocando-os dentro de caixas especiais ou cercando-os com barreiras fixas (cerca de tela ou balaustrada).
Abertura e fechamento de chaves
Treinamento de montagem estruturas de postes
Nos acidentes de origem elétrica, o número de casos fatais poderá ser consideravelmente diminuído se medidas de socorros forem postas imediatamente em prática, já que o tempo de exposição à corrente é um fator muito importante no agravamento deste tipo de acidentes. E o ideal é que todos conheçam os métodos de primeiros socorros para acidentes causados por eletricidade ou, pelo menos, o pessoal que trabalha com ela ou em lugares onde o risco de choques elétricos é alto. Na reanimação de um acidentado, devem-se observar alguns cuidados como, por exemplo: • antes de tocar no corpo da vítima, procurar livrá-la do circuito elétrico, com segurança e rapidez. Não usar as mãos nuas ou qualquer objeto metálico para cortar o circuito ou afastar fios; usar luvas ou bastões isolantes. 
Verificar se o desligamento da corrente não causará uma grande queda da vítima e, se isto for ocorrer, procurar um meio de ampará-la. Passos a seguir na reanimação: a) desligar imediatamente circuito; b) mover o menos possível a vítima; c) examine as narinas, abra a boca, desenrole a língua e retire objetos estranhos (dentaduras, palitos, alimentos, etc.) se for o caso;d) se for o caso de respiração artificial, seguir as instruções do Capítulo de Primeiros Socorros; e) afrouxar o colarinho e peças de roupa que impeçam a livre circulação; f) se for o caso, iniciar imediatamente a massagem cardíaca. Aterramento Elétrico. O aterramento elétrico é uma maneira entre várias de eliminar os riscos: 
Instalação de aterramento de sela
Choque elétrico proveniente de defeitos de equipamentos elétricos e causado por processos industriais; Incêndios ou explosões - resultantes da manipulação de produtos inflamáveis e/ou explosivos. Além das duas finalidades mencionadas, ele é mais comumente utilizado com o propósito de oferecer segurança aos equipamentos e às instalações elétricas. O emprego do aterramento elétrico, quando visa à proteção de equipamentos e instalações elétricas, normalmente se dá quer como meio de proteção às instalações elétricas, quer como meio de proteção a equipamentos elétricos; tal é o caso dos dispositivos como o pára-raios, que visam a proteger as linhas aéreas quanto aos perigos decorrentes de sobretensões ou, então, a evitar a interferência que surge em equipamentos eletrônicos devido à falta do aterramento elétrico. 
Escalada de postes com espora DT
Em ambos os casos descritos acima, os cuidados a serem observados na instalação não são tão críticos quanto aqueles dirigidos à proteção de pessoas, por causa dos riscos de choque elétrico e quanto à proteção de instalações, no caso de incêndios e explosões. A obrigatoriedade do uso do aterramento elétrico como medida de controle dos riscos provenientes do uso da eletricidade, é dada pela portaria 3214 de 8 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho, através da Norma Regulamentadora nº 10, "Instalações e Serviços em Eletricidade".

INSPEÇÃO GERENCIAL E BLITZ DE SEGURANÇA

Inspeção de segurança realizada periodicamente em conjunto entre representantes da Gerenciadora de Saúde e Segurança e SESMT/observadores do POTS dos Fornecedores de Serviços com temas e locais previamente definidos. Inspeções Gerencial: Inspeção de segurança realizada periodicamente pelos gestores, Gerenciadora de Saúde e Segurança, Gerenciadora de Obras e Fornecedores de Serviços. A Blitz de Segurança: a) A Gerenciadora de Saúde e Segurança elaborará mensalmente o planejamento mensal das Blitz de Segurança, conforme Anexo 1 – “Cronograma de Blitz” e enviará para os Fornecedores de Serviços; b) É de responsabilidade dos Fornecedores de Serviços a infra-estrutura necessária para participação nas Blitz de Segurança (EPI´s, transporte); 
c) O Fornecedor de Serviços responsável pelo local onde será realizada a Blitz de Segurança deverá designar um observador do POTS – Programa de Observação do Trabalho Seguro - de sua empresa para participação na Blitz de Segurança; d) As não conformidades levantadas nas Blitz de Segurança serão registradas em plano de ação e é responsabilidade dos Fornecedores de Serviços a resolução dos itens levantados; Inspeções Gerencial: a) Deverão participar das Inspeções Gerenciais os gestores da EMPRESA, Gerenciadora de Saúde e Segurança, Gerenciadora de Obras e Fornecedores de Serviços, e as presenças serão registradas. – “Lista de Presença – Inspeções Gerencial”. 
b) A periodicidade e locais de realização das Inspeções Gerenciais deverão ser definidas semanalmente nas reuniões de Comitê Operacional. c) Os Fornecedores de Serviços deverão evidenciar a resolução dos itens levantados nas Inspeções Gerenciais nas reuniões do Comitê Operacional e Local. Equipamentos de Proteção Individual: De acordo com as áreas de trabalho. Treinamentos: As informações acerca das Blitz de Segurança e Inspeções Gerenciais serão repassadas nos treinamentos introdutórios. Controle de Documentos; Cronograma de Blitz; Os cronogramas de Blitz deverão ser arquivados até o fim do Projeto. Lista de Presença – Blitz de Segurança As Listas de Presença – Blitz de Segurança deverão ser arquivadas até o fim do Projeto. Lista de Presença – Inspeções Gerencial; As Listas de Presença – Inspeção Gerencial deverão ser arquivadas até o fim do Projeto.
Ademar Pereira Lima
atuação do SESMT  no canteiro de obras nas áreas de mineração

domingo, 27 de setembro de 2026

Plataformas metálicas (condutivas)

Plataformas metálicas (condutivas): a) devem possuir sistema de proteção contra quedas com no mínimo 990 mm de altura b) quando o acesso da plataforma for por meio de portão, não pode permitir a abertura para fora e deve ter sistema de travamento que impeça a abertura acidental. As cestas aéreas, isoladas e não isoladas, devem possuir sistema de nivelamento da(s) caçamba(s) ativo e automático, através de sistema mecânico ou hidráulico que funcione integradamente aos movimentos do braço móvel e independente da atuação da força de gravidade. 
As cestas áreas não isoladas com até 10 anos de uso, contados a partir da vigência deste anexo, estão dispensadas da exigência do item 2.3, podendo possuir sistema de nivelamento da caçamba por gravidade. É proibida a utilização de cestas aéreas não isoladas que não possuam sistema de nivelamento da caçamba ativo e automático. Para serviços em linhas, redes e instalações energizadas com tensões iguais ou superiores a 1.000V, deve-se utilizar cesta aérea isolada, que possua o grau de isolamento, categorias A, B ou C, conforme norma ABNT NBR 16092:2012, e devem ser adotadas outras medidas de proteção coletivas para a prevenção do risco de choque elétrico, nos termos da NR-10. 
Para serviços em linhas, redes e instalações energizadas com tensões inferiores a 1.000V, a caçamba deve possuir isolação própria e ser equipada com cuba isolante (liner), garantindo assim o grau de isolamento adequado, e devem ser adotadas outras medidas de proteção coletivas para a prevenção do risco de choque elétrico, nos termos da NR-10. Para serviços em proximidade de linhas, redes e instalações energizadas ou com possibilidade de energização acidental, em que o trabalhador possa entrar na zona controlada com uma parte do seu corpo ou com extensões condutoras, o equipamento também deve possuir o grau de isolamento adequado, observando-se que: a) caso o trabalho seja realizado próximo a tensões superiores a 1.000 V, a cesta aérea deve ser isolada, conforme previsto no item 2.4 deste Anexo; 
b) caso o trabalho seja próximo a tensões igual ou inferiores a 1.000 V, a caçamba deve garantir o isolamento, conforme previsto no item 2.5 deste Anexo; c) devem ser adotadas outras medidas de proteção coletivas para a prevenção do risco de choque elétrico, nos termos da NR-10. Em cestas aéreas com duas caçambas, os controles superiores devem estar posicionados ao alcance dos operadores, sem que haja a necessidade de desengatar seu cinto de segurança. Os controles inferiores da cesta aérea não devem ser operados com trabalhadores na caçamba, exceto em situações de emergência ou quando a operação ou atividade assim o exigir. 
É proibida a movimentação de carga nas cestas aéreas, exceto as ferramentas, equipamentos e materiais para a execução da tarefa acondicionados de forma segura.  As ferramentas, equipamentos e materiais a serem transportados não devem ter dimensões que possam trazer riscos ou desconforto aos trabalhadores. O peso total dos trabalhadores, ferramentas, equipamentos e materiais não pode exceder, em nenhum momento, a capacidade de carga nominal da caçamba.

Manutenção mecanica do TCLD

SEGURAS DE TRABALHO!  Na verdade o programa inteiro de prevenção de acidentes é apenas isto. Eis aqui um outro exemplo comum: uma escada numa residência de dois andares é essencial, por razões óbvias. Muitas pessoas morrem ou ficam feridas, todos os anos, em acidentes em escadas. Naturalmente a escada não pode ser eliminada, mas os riscos podem ser minimizados. Para tanto providenciamos corrimão na altura recomendada, pisos aderentes, inclinação, quantidade de degrau recomendado, espaçamento entre degraus e altura dos degraus dentro das normas e iluminação apropriada. 
Além disto, devemos treinar as crianças para usar escadas com segurança, subir e descer um degrau de cada vez, usar o corrimão e não correr. Agora esta escada pode ser usada com segurança relativa. Suas condições de riscos foram minimizadas e a conscientização através do treinamento apropriado às crianças deve eliminar os atos inseguros. Vejamos como estes princípios se aplicam em nosso trabalho. Suponha que temos um projeto que exija de nós reparos em instalações subterrâneas num cruzamento de rua movimentado. 
A quebra do asfalto e A abertura de um buraco certamente apresentam muitos riscos que não podem ser eliminados. Mesmo que seja um trabalho de emergência, ele deve ser planejado e avaliado antes de ser iniciado. Todos os membros da equipe de trabalho são responsáveis pela identificação e análise dos riscos inerentes àquela atividade. Todos devem ser protegidos o máximo possível como o público externo, as propriedades públicas, os vizinhos e cada membro da equipe. Como nosso trabalho irá interferir no tráfego de veículos e pedestres, temos de iniciar definindo nossa área de trabalho. 
Os motoristas devem ser alertados antecipadamente de que há um grupo de pessoas executando um trabalho à frente. Como não podemos eliminar os riscos do tráfego, o melhor que podemos fazer é torná-lo mais lento. Reduzir a velocidade contínua dos veículos não apenas permite a continuidade do trabalho e melhora a segurança, como também melhora as boas relações com os vizinhos. Após estabelecermos um padrão seguro para o tráfego, após termos criado proteção aos pedestres naquele local, ainda assim teremos de lidar com os riscos envolvidos na tarefa. Muitos dos riscos com os quais nos defrontamos podem ser eliminados e outros podem ser minimizados. 
A utilização de equipamentos como o capacete, luvas, óculos de segurança, protetores faciais, máscaras, enfim, aqueles equipamentos dimensionados pela segurança como importantes para sua proteção, eliminarão os outros riscos nesta atividade. 
Porém, todo o aparato de proteção existente não impedirá atos inseguros daqueles que querem desafiar a própria segurança. Cada um de nós é responsável por seu próprio desempenho na segurança do trabalho.
Manutenção mecanica do TCLD

Segurança do trabalho, O que pode causar um acidente ferroviário?

A segurança do trabalho em operações ferroviárias de carga é fundamental para prevenir acidentes e proteger a integridade dos trabalhadores e da comunidade. Diversas medidas podem ser implementadas para minimizar riscos e assegurar um ambiente de trabalho seguro: 1. Manutenção Regular e Monitoramento em Tempo Real. 
Realizar inspeções periódicas e manutenções preventivas nas locomotivas, vagões e trilhos é essencial para identificar e corrigir possíveis falhas antes que causem acidentes. A implementação de tecnologias de monitoramento em tempo real permite a supervisão contínua das condições dos componentes ferroviários, possibilitando ações corretivas imediatas quando necessário.

Treinamento e Capacitação dos Trabalhadores: Oferecer treinamentos regulares aos funcionários sobre procedimentos operacionais, uso correto de equipamentos e protocolos de segurança é vital. Isso inclui a conscientização sobre riscos psicossociais, como estresse e trauma, que podem afetar o desempenho e a segurança. Uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Garantir que todos os trabalhadores utilizem EPIs adequados, como capacetes com jugular, protetores auriculares, óculos de proteção, luvas, perneiras, coletes refletivos e botas com biqueira e solado antiderrapante, é crucial para a proteção pessoal durante as operações. 4. Implementação de Sistemas Anticolisão e Antidesvio:Adotar tecnologias avançadas, como sistemas de controle de velocidade automática e detecção de objetos na via, ajuda a prevenir colisões entre trens e descarrilamentos causados por obstáculos nos trilhos. 5. Campanhas de Conscientização e Educação Continuada: Promover campanhas educativas voltadas tanto para os trabalhadores quanto para a comunidade é fundamental para disseminar práticas seguras e reduzir comportamentos de risco próximos às ferrovias. 

6. Sinalização Adequada e Procedimentos de Segurança: Manter uma sinalização clara e visível nas áreas operacionais e garantir que os procedimentos de segurança sejam seguidos rigorosamente contribui para a prevenção de acidentes. A regra "Pare, Olhe para os dois lados e Escute" deve ser sempre observada ao cruzar linhas férreas. 

Museu Ferroviário de SETE LAGOAS - MG

A implementação dessas medidas, aliada a uma cultura organizacional voltada para a segurança, é essencial para minimizar riscos e assegurar operações ferroviárias de carga mais seguras e eficientes. 

Manuseio de cargas com segurança

Manuseio de cargas com segurança Mesmo com o auxilio mecânico para o levantamento de cargas, encontramos certas coisas que precisam ser feitas manualmente. Para evitar distensões de mau jeito nas costas, temos que fazê-lo corretamente. Isto já foi dito várias vezes, porém ainda ocorre muita lesão por levantamento de pesos. Consideremos algumas coisas que temos de levantar manualmente. O que pesa mais? O que é mais difícil de manusear? Pense nisso enquanto falamos nos principais Pontos sobre levantamento de peso com segurança. A proteção das mãos é de máxima importância. 
Ao levantar materiais com bordas cortantes ou superfície áspera, use luvas para proteger suas mãos. Devemos evitar o pinçamento de dedos e cortes nas mãos. Mesmo que você esteja usando luvas, deve certificar-se de que suas mãos não correm riscos, não podem ser atingidas por alguma projeção no momento do levantadlevantamento, e que a mesma não atingirá os pés. A firmeza dos pés é essencial para se tentar levantar um objeto de qualquer peso substancial. Muitas Distensões resultam da perda do equilíbrio. Com isso o peso da carga é lançado sobre os músculos das costas. A posição dos pés determina se você está ou não bem equilibrado. Eles devem estar ligeiramente separados um do outro. 
Dobrar os joelhos para levantar o peso com os músculos da perna é o requisito básico de segurança. Se estiver pegando uma caixa, posicione-a em diagonal pegando pelos cantos opostos. A coluna deve ficar quase reta. Se encurvar a coluna em demasia poderá ocorrer lesões graves na coluna vertebral. Lembre-se que a coluna é composta de pequenas vértebras intercaladas com um disco gelatinoso. A compressão então deve ser no sentido vertical. Após levantada a carga, mantenha próxima ao corpo para evitar esforços nos músculos dos braços e manter o equilíbrio da pessoa. Antes de levantar deve ser feita uma avaliação para ter certeza de que, ao erguê-la poderá traze-la próxima ao seu corpo. 
Levantar lentamente é outra recomendação básica de segurança. Coloque lentamente sua força no levantamento. Levante lentamente Esticando suas pernas, mantendo as costas retas e a caixa próxima ao corpo. Se a carga for muito pesada, logo no início você poderá retornar a carga para a posição original. Peça ajuda quando precisar e não hesite em fazer isto. Apresentamos a seguir alguns conselhos:
Dimensione a carga primeiro, não tente ser o mais forte. Na dúvida peça auxílio; - Certifique-se de que está com os pés firmes no chão e verifique os desníveis do local, se existir; - Mantenha os pés ligeiramente separados, uns 30 centímetros um do outro; - Coloque seus pés próximo à base do objeto. Isto é importante porque evita colocar toda a carga sobre os músculos das costas; 
- Dobre seus joelhos, mantendo suas costas retas e o mais vertical possível. As botas de segurança com biqueira de aço previnem possíveis acidentes com projeções de objetos sobre os pés levantamento de cargas representam muitos problemas no trabalho em relação a acidentes típicos ou problemas relacionados com a saúde do empregado. Assim sendo, procure utilizar a força dos músculos das pernas e braços, pois costas não possuem músculos para essa finalidade.

Condições seguras no espaço confinado

Todo trabalho em espaço confinado somente poderá ser iniciado com o acompanhamento e autorização do supervisor de entrada. Toda atividade deverá ser supervisionada no exterior e no interior dos espaços confinados. Somente poderá adentrar em um espaço confinado os empregados autorizados relacionados na PET e que colocaram seus crachás a disposição do vigia. Não é permitida a execução de serviço em ambiente confinado sozinho sem o acompanhamento do vigia. Deverão ser monitoradas continuamente as condições da atmosfera durante toda a permanência no interior do espaço confinado conforme definido na PET. Os registros dos testes e monitoramentos gerados pelos equipamentos de monitoramento atmosférico deverão ser anexados a PET. O espaço confinado deve ser vistoriado após a conclusão das atividades de forma que todos os equipamentos e materiais utilizados sejam removidos antes do retorno à operação. Esta vistoria deve ser registrada na PET. Os espaços confinados devem ser identificados, isolados, bloqueados e sinalizados para evitar a entrada de pessoas não autorizadas durante a execução das atividades. 
TRABALHOS A QUENTE: Nos Trabalhos a quente deverão ser adotadas medidas para eliminar ou controlar os riscos de incêndio ou explosão, tais como solda, aquecimento, esmerilhamento, corte ou outros que liberem chama aberta, faíscas ou calor. Deverão ser emitidas permissões de trabalho específicas para trabalho a quente conforme a INS 0038 G e o registro desta emissão pontuado na PET. Nos serviços de solda e oxicorte o conjunto de cilindros deve, sempre que possível, ficar fora do espaço confinado. UTILIZAÇAO DE VENTILAÇÃO MECÂNICA CONTÍNUA: A ventilação mecânica deverá ser direcionada de forma a ventilar as áreas imediatamente próximas onde um trabalhador estiver ou estará presente no interior do espaço confinado e continuará até todos os trabalhadores deixarem o espaço. O suprimento de ar pela ventilação mecânica será de uma fonte limpa, precedida de sistema de arco filtro e não poderá aumentar os riscos no espaço confinado. A atmosfera no interior de um espaço deverá ser periodicamente monitorada, de acordo com o definido na PET, assim como, deverá ser assegurado que a ventilação mecânica de ar contínua prevenirá o acúmulo de uma atmosfera perigosa. Os pontos de alimentação da ventilação mecânica deverão ser bloqueados e sinalizados para impedir desligamento ou permutação intencional ou não intencional quando ligada. 
UTILIZAÇAO DE VENTILAÇÃO LOCAL EXAUSTORA: As operações de solda e corte a quente em espaço confinado devem ser realizadas em condições favoráveis à manutenção da qualidade do ar respirável, através do emprego de sistemas de ventilação local exaustora que coletam os fumos e gases gerados no processo, antes que atinjam a zona de respiração dos trabalhadores. A distância excessiva entre o local de geração e o de captura dos contaminantes reduz significativamente a eficiência da ventilação local exautora. O ar poluído retirado do espaço confinado não deve ser direcionado para locais de trabalho ocupados no seu entorno; A instalação de um sistema de ventilação não dispensa o monitoramento continuo da atmosfera do espaço confinado.DETECÇÃO DE ATMOSFERA IMEDIATAMENTE PERIGOSA A VIDA OU A SAÚDE (IPVS) DURANTE A ENTRADA: As atividades realizadas em espaços confinados com atmosfera IPVS, somente poderão ser realizadas com acompanhamento “in loco” da equipe de salvamento / emergência. Em situações de trabalho a quente, o supervisor de entrada deverá avaliar a necessidade deste acompanhamento no momento da emissão da PET. 
O espaço confinado cuja concentração de contaminantes esteja acima do limite de exposição IPVS somente pode ser adentrado com a utilização de máscara autônoma com pressão positiva. Nesta condição, o acesso deve ser limitado a, no máximo, duas pessoas por vez, e a equipe de resgate deve ter no mínimo duas pessoas. Caso a atmosfera perigosa seja detectada no interior do espaço confinado, por ex: bolsões, cada trabalhador deverá deixar o espaço imediatamente e posteriormente o espaço confinado deverá ser avaliado para determinar como a atmosfera perigosa se desenvolveu. Os trabalhadores não poderão adentrar até que os riscos sejam controlados. O acesso aos espaços confinados com atmosfera IPVS deve ser realizado utilizando-se conjunto de respiração com linha de ar respirável, o qual deve possuir cilindro para fuga ligado à peça facial do conjunto autônomo. 

PERMISSÕES DE ENTRADA E TRABALHO – PET - Espaço confinado







Antes que a entrada em um espaço confinado seja autorizada, o supervisor de entrada deverá documentar o conjunto de medidas necessárias para a preparação de uma entrada segura. O acesso ao espaço confinado somente será realizado após a emissão da PET (Permissão de entrada e trabalho) conforme o anexo 2, emitidas pelos supervisores de entrada e o supervisor responsável pela área / atividade; Antes da entrada, o supervisor de entrada e o supervisor responsável pela área / atividade na qual se localizada o espaço confinado deverão assiná-las para autorizá-la; A PET deve estar disponível para todos os trabalhadores autorizados, pela sua fixação na entrada ou por quaisquer outros meios igualmente efetivos; A PET é válida somente para uma entrada. Qualquer saída de toda equipe por qualquer motivo implica a emissão de nova permissão de entrada. A cada troca de turnos ou equipes deverá ser emitida nova PET e monitorada as condições de liberação; 
Quando houver alteração na equipe de trabalho ou alteração do ambiente deverá ser emitida nova PET; Antes de iniciar qualquer atividade em espaço confinado, deverá ser feita a avaliação inicial e monitoramento atmosférico continuamente utilizando-se equipamento adequado, devidamente calibrado e testado antes de cada utilização. As avaliações atmosféricas iniciais deverão ser realizadas, estando o avaliador, fora do espaço confinado; As avaliações deverão estar registradas na PET; As permissões deverão ser rastreáveis, estar disponíveis para conhecimento ou consulta, e arquivadas por cinco anos; É vedada a entrada e a realização de qualquer trabalho em espaços confinados sem a emissão da PET; A PET deverá ser preenchida, assinada e datada em três vias antes do ingresso de trabalhadores em espaços confinados. Uma via ficará com o supervisor de entrada, outra com os executantes da atividade e outra com o vigia; A PET deverá ser encerrada: a) quando as operações forem completadas; b) quando ocorrer uma condição não prevista; c) quando houver pausa ou interrupção dos trabalhos (Ex.: Horário de almoço, troca de turno, etc); Para todo espaço confinado identificado e inventariado deverá ser elaborado procedimento operacional específico que deverá contemplar os riscos específicos (incêndio ou explosão, inundação, soterramento, engolfamento, choques elétricos, eletricidade estática, queimaduras, quedas, escorregamentos, impactos, esmagamentos, amputações e outros que possam afetar a segurança), as medidas preventivas, instruções operacionais e todas as instruções de Saúde e Segurança Ocupacional referentes a cada atividade que possa ser realizada. Deverão constar nos procedimentos operacionais específicos, as condições estruturais do acesso (escadas, paredes, etc.) e possíveis interferências (instalações elétricas, presença de animais peçonhentos, etc.). 
Os procedimentos deverão ser validados pelas áreas de segurança e saúde locais. Na ausência do procedimento deve ser desenvolvida uma Análise de Risco da Tarefa – ART. Antes da entrada e início do trabalho dentro de espaço confinado, as condições atmosféricas deverão ser avaliadas com o auxílio de instrumentos de medição de leitura direta e registradas na PET. As O monitoramento do ambiente em espaço confinado deve ser realizado em sua parte inferior, mediana e superior. Caso ocorra situação de espaços longos e horizontais (vagões e tanques), deverão ser monitorados meio e ambos os cantos. O profissional que avaliar as condições atmosféricas deverá ser autorizado e treinado, utilizar equipamentos intrinsecamente seguros, protegidos contra emissões eletromagnéticas ou interferência de radiofreqüência, calibrados e testados. Os equipamentos de avaliação deverão ser testados e aferidos antes de cada utilização. O Supervisor de Entrada deve ajustar as configurações do equipamento de avaliação, verificar a carga das pilhas ou baterias, testar os sensores (bump-test), confirmar se a mangueira não está obstruída, bem como observar as recomendações do manual de operação. Implementar o Programa de Proteção Respiratória de acordo com a análise de risco, considerando o local, a complexidade e o tipo de trabalho a ser desenvolvido. O supervisor de entrada deverá emitir a PET no local de serviço após: A Avaliação de Estado de Saúde (AES) para espaço confinado efetuada para cada trabalhador autorizado envolvido na atividade. Programação da atividade e verificação da ART – Análise de risco da Tarefa em conjunto com os emitentes credenciados para que todos os estejam cientes dos riscos e das medidas de controle que deverão ser adotadas; Teste de cada equipamento de medição e do sistema de ar mandado e autônomo antes de cada utilização e registro na PET; 
Realizadas as avaliações atmosféricas; Sinalizar e bloquear fisicamente os pontos de alimentação/permutação dos exaustores/insufladores para impedir desligamento ou permutação intencional ou não intencional quando ligados por necessidade identificada na PET; Ventilar, insuflar e exaurir, mecanicamente, o ar do espaço confinado quando definida esta necessidade na PET; Inspeção prévia de todos os equipamentos e sistemas de proteção utilizando a PET. Os equipamentos que apresentarem anomalias deverão ser imediatamente substituídos; Garantir que os equipamentos dos vigias, dos sistemas de proteção e da equipe de resgate estejam disponíveis nas proximidades do Espaço Confinado e os meios para acioná-los operantes; Avaliar o isolamento e a sinalização de toda a área próxima ao local de realização dos trabalhos; Avaliação e confirmação de bloqueios de energias e a respectiva sinalização conforme procedimentos de bloqueio validados.

Quais EPIs utlizados para proteção contra quedas de diferença de nível?

EPI PARA PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS COM DIFERENÇA DE NÍVEL: Cinturão de segurança com dispositivo trava-queda para proteção do usuário contra quedas em operações com movimentação vertical ou horizontal. I.2 - Cinturão de segurança com talabarte: a) cinturão de segurança com talabarte para proteção do usuário contra riscos de queda em trabalhos em altura; e b) cinturão de segurança com talabarte para proteção do usuário contra riscos de queda no posicionamento em trabalhos em altura. 
Glossário Adquirente da importação por conta e ordem de terceiro: a pessoa jurídica que realiza transação comercial de compra e venda da mercadoria no exterior, em seu nome e com recursos próprios, e contrata o importador por conta e ordem para promover o despacho aduaneiro de importação. Aprovação de EPI: emissão do CA pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho. Avaliação de conformidade: demonstração de que os requisitos especificados são atendidos. 
Certificado de Aprovação: documento emitido pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho autorizando a comercialização e utilização do EPI no território nacional. Encomendante predeterminado: a pessoa jurídica que contrata o importador por encomenda para realizar a transação comercial de compra e venda de mercadoria estrangeira a ser importada, o despacho aduaneiro de importação e a revenda ao próprio encomendante predeterminado. Higienização: remoção de contaminantes que necessitam de cuidados ou procedimentos específicos. Contempla os processos de descontaminação e desinfecção.
Limpeza: remoção de sujidades e resíduos de forma manual ou mecânica, utilizando produtos de uso comum, tais como água, detergente, sabão ou sanitizante. Nome comercial: Para fins desta NR, é considerada a razão social ou nome fantasia, que conste no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ, emitido pela Receita Federal do Brasil, ou, ainda, marca registrada da qual o fabricante ou importador do EPI seja o detentor. 
Sistema biométrico: Para fins desta NR, é considerado o sistema que analisa características físicas para identificar de forma inequívoca um indivíduo, como por exemplo impressão digital, reconhecimento facial e íris.