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segunda-feira, 19 de outubro de 2026

Quais as consequências da contaminação por produtos químicos?

UM DIA COMUM NO CANTEIRO DE OBRAS Era mais uma manhã de trabalho. O sol começava a iluminar o canteiro, os equipamentos entravam em operação e os colaboradores se preparavam para cumprir mais uma jornada. Tudo parecia normal. Em determinado setor, uma quantidade de argamassa havia sido depositada diretamente sobre o solo. Em outra área, tambores contendo produtos químicos estavam armazenados, enquanto máquinas e veículos circulavam próximos aos locais de trabalho. Mais adiante, uma extensa área de armazenamento de lama de rejeito exigia acompanhamento constante. Para alguns colaboradores, aquelas condições faziam parte da rotina. Mas havia uma pergunta que ninguém estava fazendo: 
O QUE ACONTECE QUANDO UMA SUBSTÂNCIA PERIGOSA ATINGE O SOLO E NINGUÉM TOMA PROVIDÊNCIAS? O perigo nem sempre aparece imediatamente. Às vezes, começa com um pequeno vazamento. Uma embalagem danificada. Um recipiente sem contenção. Ou um material descartado em local inadequado. E o que parecia apenas uma falha operacional pode se transformar em um problema ambiental e ocupacional de grandes proporções. DESENVOLVIMENTO 
— A INSPEÇÃO QUE REVELOU OS RISCOS Durante uma inspeção, o Técnico de Segurança do Trabalho caminhava pelo canteiro observando as condições de armazenamento, movimentação de materiais e prevenção de derramamentos. Ao chegar à área de preparação de argamassa, identificou material depositado diretamente sobre o terreno, sem uma base adequada de contenção. O TST interrompeu a observação e chamou a atenção da equipe: 
 — Colaboradores, precisamos avaliar esta condição. Dependendo das características do material, do volume e das condições do local, pode haver risco de contato químico e de contaminação do solo. Um colaborador respondeu: — Mas é só argamassa! Sempre fizemos assim! O técnico explicou: 
 — O fato de uma prática ser antiga não significa que seja segura. Materiais cimentícios podem provocar irritações e queimaduras na pele, e seu descarte inadequado pode causar impactos ambientais. A inspeção continuou. Próximo a uma área de armazenamento, o TST encontrou recipientes com produtos químicos e verificou a necessidade de confirmar sua identificação, integridade, compatibilidade e os recursos de contenção disponíveis. Em seguida, observou o local destinado ao kit ambiental. 
 — E se acontecer um derramamento agora? Temos materiais adequados e colaboradores preparados para responder com segurança? O silêncio tomou conta da equipe. A pergunta parecia simples. Mas a resposta poderia determinar a dimensão de uma emergência. Porque, quando um produto químico atinge o solo, cada minuto sem uma resposta adequada pode aumentar as consequências. 
O MOMENTO DE TENSÃO: 
— O DERRAMAMENTO Na história, durante a movimentação de um recipiente, ocorreu um vazamento de óleo. O líquido começou a se espalhar pelo piso e avançou em direção a uma área de solo exposto. Um colaborador tentou se aproximar com um pano comum. Outro sugeriu jogar água para retirar o produto. Foi quando o TST percebeu o risco e determinou: 
— PAREM! NINGUÉM TOCA NESSE MATERIAL SEM AVALIAR OS RISCOS! A área foi isolada. A equipe verificou a identificação do produto, consultou as informações de segurança e acionou os profissionais responsáveis pela resposta à emergência. 
O TST explicou: 
— Não podemos transformar um vazamento em uma exposição química. Primeiro protegemos as pessoas. Depois, com os recursos e procedimentos adequados, controlamos a fonte e impedimos que o produto se espalhe. Os colaboradores observaram a situação com preocupação. Um deles perguntou: 
— E se esse óleo tivesse alcançado uma drenagem? O técnico respondeu: — Dependendo das condições, poderia atingir outros locais e provocar impactos ambientais. Por isso, contenção, treinamento e resposta rápida são indispensáveis. A ocorrência foi controlada pela equipe habilitada, utilizando os materiais adequados. Mas aquela situação deixou uma lição. Um pequeno derramamento pode revelar uma grande falha na prevenção. 
O ALERTA 
— LAMA DE REJEITO E RISCOS OCUPACIONAIS; A inspeção prosseguiu até a área de armazenamento de lama de rejeito. O TST observou a necessidade de verificar a estabilidade da estrutura, o controle de acesso, as condições de drenagem e os registros de monitoramento. Ali, os riscos poderiam ser ainda mais complexos. Uma falha de contenção poderia provocar consequências graves para trabalhadores, instalações e meio ambiente. O técnico reuniu a equipe: — A segurança desta estrutura não depende apenas de olhar para ela. Depende de projeto, inspeção, monitoramento, manutenção e avaliação por profissionais legalmente habilitados. Em seguida, reforçou: — Também precisamos conhecer a composição dos materiais armazenados. Nem toda lama apresenta os mesmos perigos químicos. A avaliação deve considerar suas características reais e as possíveis vias de exposição dos trabalhadores. Os colaboradores compreenderam que a prevenção não poderia depender de improvisações. A estabilidade de uma estrutura protege vidas. O controle da exposição protege a saúde. E a gestão ambiental ajuda a proteger o futuro. 
CONCLUSÃO — O PREÇO DE IGNORAR UM RISCO No encerramento da jornada, o TST reuniu os colaboradores para uma última orientação. — Hoje identificamos situações que exigem atenção: armazenamento inadequado, possibilidade de derramamentos, exposição a produtos químicos e necessidade de monitoramento de áreas com rejeitos. — A NR-15 estabelece critérios para caracterização de insalubridade em determinadas exposições ocupacionais. A NR-01 exige o gerenciamento dos riscos. E outras normas, como a NR-18 e a NR-22, trazem requisitos aplicáveis às atividades de construção e mineração. O técnico fez uma pausa e continuou: — Mas nenhuma norma substitui a responsabilidade de agir preventivamente. — Um produto derramado não deve ser ignorado. Um recipiente danificado não deve continuar em uso sem avaliação. E uma estrutura de contenção não pode ser tratada como segura sem o devido acompanhamento. Ao final, todos voltaram para suas atividades com uma percepção diferente. O solo que antes parecia apenas o chão do canteiro agora representava algo maior. Um local que precisava ser protegido. Assim como a saúde de cada colaborador. Porque o acidente pode acontecer em segundos. A exposição pode ocorrer silenciosamente. E algumas consequências podem permanecer por muitos anos. 
MENSAGEM FINAL O QUE É DESCARTADO SEM CONTROLE HOJE PODE SE TRANSFORMAR NO RISCO DE AMANHÃ! CONTROLE A FONTE. EVITE A EXPOSIÇÃO. PROTEJA O SOLO, O MEIO AMBIENTE E A VIDA!

sábado, 17 de outubro de 2026

Como são realizadas as avaliações de desempenho de sso de contratadas?

LISTA DE VERIFICAÇÃO EM  FASE INICIAL
1.Cumpriu o os procedimentos de segurança e saúde?
2.Elaborou e entregou o planejamento de cumprimento do Programa de Segurança?
3.O Programa está de acordo com o padrão EMPRESA e foi aprovado pela EMPRESA
B – controle de ACIDENTES DE TRABALHO
1 – Taxa de Freqüência de Acidentes com perda de tempo (CPT)  -  Atingiu a meta?
2 – Taxa de Freqüência de Acidentes sem perda de tempo (SPT)  -  Atingiu a meta?
3 – Taxa de Gravidade (considerando dias perdidos mais debitados – Atingiu a meta?
C - OBRIGAÇÕES ROTINEIRAS
Equipe de GERENCIAMENTO DE SST
Neutralização de acidentes de trabalho
1. Apresenta a estatística mensal de acidentes na data prevista para o gestor do contrato e para o SESMT da EMPRESA
2. Apresenta a estatística mensal de aplicação das ferramentas na data prevista
3. Comunica à Gerencia de Contrato as notificações recebidas do Ministério do trabalho
D – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVO
1. Fornece EPI de qualidade e adequado aos riscos a todos os empregados?
2. Possui ficha individual de EPI que comprova a entrega e o treinamento?
3. Obriga, cobra e fiscaliza o uso dos EPI e possui documentos que comprovam a ação?
4. Possui lugar adequado para que os empregados possam guardar seus  EPI
Regra de ouro de segurança e saúde no trabalho
Realização de diálogo de segurança e sude
E – TREINAMENTO DE PESSOAL
1. Realiza o treinamento básico de SSO para os seus empregados?
2. Realiza os treinamentos específicos de cada atividade para os seus empregados?
F – PROGRAMAS DE PREVENÇÃO PREVISTOS NAS NR – PGR
1. O documento foi elaborado completo - documento base, levantamentos e cronograma de ações – e foi apresentado e aprovado pela EMPRESA?
2. O cronograma de ações está sendo cumprido?
Preparação para realização de atividades de trabalho
G – APLICAÇÃO DO PROGRAMA DE SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL
1. Está sendo feito o levantamento dos perigos e classificação dos riscos conforme o procedimento de segurança e saúde?
2. São realizadas as Análise Preliminar de Tarefas, conforme o procedimento de segurança e saúde?
3. Estão sendo realizadas as inspeções de SSO, conforme o procedimento de segurança e saúde?
4. Trabalhos especiais ou em condições especiais somente são realizados conforme o procedimento de segurança e saúde? (incluídos os trabalhos em altura).
5. Todos os acidentes e quase acidentes são comunicados, analisados e investigados, o procedimento de segurança e saúde?
6. Estão sendo providenciadas as medidas corretivas indicadas nas análises dos acidentes e quase acidentes?
7. As ocorrências de SSO estão sendo comunicadas o procedimento de segurança e saúde?
8. Os Diálogos de SSO estão sendo realizados o procedimento de segurança e saúde?
9. Estão sendo calculados e informados os Indicadores de SSO conforme PRO 0014 DECG
H – DESEMPENHO EM SAÚDE OCUPACIONAL
1. O PCMSO foi elaborado completo, conforme NR 7, e foi apresentado e aprovado pela 
EMPRESA.
2. Os exames médicos estão sendo realizados conforme previsto no PCMSO?
3. As ações de controle previstas no PCMSO estão sendo providenciadas?
4. O relatório anual do PCMSO foi emitido?
I – CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO DO LOCAL E INSTALAÇÕES
As instalações sanitárias atendem às exigências da legislação
O local destinado às refeições é adequado?
PARECER E CONCLUSÃO:   RECOMENDAÇÕES PARA MELHORIAS;  LOCAL E DATA:  IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURAS.
Como realizar a Avaliação da analise preliminar de riscos?

Como será a confirmação do bloqueio?

O profissional solicitante deve: Efetuar teste local, tentando acionar o equipamento, para equipamentos elétricos, o responsável pelos serviços, ou profissional solicitante, ao chegar no local, após ter colocado o cartão de bloqueio, deve tentar funcionar o equipamento antes de dar início às atividades, certificando-se, desse modo, do bloqueio eficaz do equipamento, seguindo os seguintes passos: 
Solicitar ao operador da sala de controle para passar, ou providenciar, o comando do equipamento “bloqueado” para o local, no sistema de controle; Confirmar com o operador da sala de controle se o equipamento solicitado está sinalizando existência de bloqueio elétrico e, em se tratando de equipamento com chave de permissão pronto para partir, PPP, no campo, confirmar se o mesmo está ou não, com permissão para rodar do local; 
Ao ser confirmado pelo operador da sala de controle da usina que o equipamento esta sinalizando a existência do bloqueio e que o mesmo já está para o local, dar prosseguimento aos testes, caso contrario, retornar com a solicitação para o profissional autorizado informando-lhe do ocorrido e solicitar-lhe para rever/refazer o bloqueio; 
Acionar a permissão local, se existente no equipamento “bloqueado”, utilizando a chave apropriada ; Acionar o botão liga – verde e efetuar o teste ao lado do equipamento na presença dos envolvidos; Caso o equipamento não entre em funcionamento nos próximos 20 segundos, acionar o botão desliga (vermelho), confirmando assim o bloqueio efetivo. 
Caso existam outros dispositivos de proteção, estes também deverão ser acionados; Só então, o responsável pela execução do serviço, ou profissional solicitante, após o teste local efetuado, deve entregar o canhoto para os demais membros da equipe, que conferirão se o número do equipamento descrito na O.S. confere com o número do equipamento bloqueado descrito no canhoto, assinarão em seu verso, ficando cientes que o equipamento está bloqueado e que podem iniciar a execução da tarefa. Desta forma o verso do cartão de bloqueio deve constar a assinatura de todos os demais membros da equipe executante do serviço; 
Confirmar através de todos os indicadores locais disponíveis, a ausência de energia, tais como voltímetros, lâmpadas sinalizadoras, manômetros etc; No caso de serviços elétricos, deve-se confirmar o desligamento através dos aparelhos de detecção e medição apropriados (o ideal é conferir através de mais de uma maneira); Em caso de dúvidas ou confirmação de presença de qualquer fonte de energia, mesmo que residual, deve-se refazer todas as etapas antes de iniciar os serviços.

Segurança do trabalho, O que pode causar um acidente ferroviário?

A segurança do trabalho em operações ferroviárias de carga é fundamental para prevenir acidentes e proteger a integridade dos trabalhadores e da comunidade. Diversas medidas podem ser implementadas para minimizar riscos e assegurar um ambiente de trabalho seguro: 1. Manutenção Regular e Monitoramento em Tempo Real. 
Realizar inspeções periódicas e manutenções preventivas nas locomotivas, vagões e trilhos é essencial para identificar e corrigir possíveis falhas antes que causem acidentes. A implementação de tecnologias de monitoramento em tempo real permite a supervisão contínua das condições dos componentes ferroviários, possibilitando ações corretivas imediatas quando necessário.

Treinamento e Capacitação dos Trabalhadores: Oferecer treinamentos regulares aos funcionários sobre procedimentos operacionais, uso correto de equipamentos e protocolos de segurança é vital. Isso inclui a conscientização sobre riscos psicossociais, como estresse e trauma, que podem afetar o desempenho e a segurança. Uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Garantir que todos os trabalhadores utilizem EPIs adequados, como capacetes com jugular, protetores auriculares, óculos de proteção, luvas, perneiras, coletes refletivos e botas com biqueira e solado antiderrapante, é crucial para a proteção pessoal durante as operações. 4. Implementação de Sistemas Anticolisão e Antidesvio:Adotar tecnologias avançadas, como sistemas de controle de velocidade automática e detecção de objetos na via, ajuda a prevenir colisões entre trens e descarrilamentos causados por obstáculos nos trilhos. 5. Campanhas de Conscientização e Educação Continuada: Promover campanhas educativas voltadas tanto para os trabalhadores quanto para a comunidade é fundamental para disseminar práticas seguras e reduzir comportamentos de risco próximos às ferrovias. 

6. Sinalização Adequada e Procedimentos de Segurança: Manter uma sinalização clara e visível nas áreas operacionais e garantir que os procedimentos de segurança sejam seguidos rigorosamente contribui para a prevenção de acidentes. A regra "Pare, Olhe para os dois lados e Escute" deve ser sempre observada ao cruzar linhas férreas. 

Museu Ferroviário de SETE LAGOAS - MG

A implementação dessas medidas, aliada a uma cultura organizacional voltada para a segurança, é essencial para minimizar riscos e assegurar operações ferroviárias de carga mais seguras e eficientes. 

SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE MÁQUINAS SERRA-FITA

Requisitos técnicos, medidas preventivas e métodos de trabalho seguro. Referências normativas: NR-12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos e NR-36 – Segurança e Saúde no Trabalho em Empresas de Abate e Processamento de Carnes e Derivados, quando aplicável.
A operação de máquinas serra-fita exige a adoção de medidas técnicas, administrativas e operacionais destinadas à prevenção de acidentes e à preservação da integridade física e da saúde dos trabalhadores. Os perigos mecânicos associados à utilização desses equipamentos devem ser identificados por meio de avaliação de riscos, considerando as características construtivas da máquina, suas condições de instalação, os dispositivos de proteção existentes, os procedimentos operacionais e as condições do ambiente de trabalho. A avaliação deverá ser revisada sempre que ocorrerem modificações nas condições de operação, alterações nos dispositivos de segurança ou outras situações capazes de introduzir novos perigos. 
1. Identificação e controle das zonas de perigo As zonas de perigo da máquina serra-fita compreendem as regiões nas quais existe possibilidade de contato com a lâmina de corte, polias, componentes de transmissão e demais partes móveis. A parte da fita de corte situada fora da região necessária à operação deverá permanecer protegida por dispositivos adequados, de modo a impedir o acesso acidental do trabalhador. Na área de corte, deverão ser adotadas medidas de proteção que reduzam a possibilidade de contato das mãos com a lâmina, incluindo a utilização de guias reguláveis, empurradores, anteparos físicos e outros dispositivos compatíveis com a atividade. As proteções deverão permanecer corretamente instaladas, ajustadas e em condições adequadas de funcionamento durante toda a operação. 
2. Métodos de trabalho seguro A execução das atividades deverá observar procedimentos operacionais previamente estabelecidos, contemplando as condições seguras de alimentação, posicionamento, condução e retirada das peças. O trabalhador deverá manter postura adequada, evitar movimentos bruscos e utilizar dispositivos auxiliares sempre que a operação apresentar possibilidade de aproximação das mãos à região de corte. É proibida a utilização de métodos improvisados, bem como a retirada, neutralização ou alteração indevida dos dispositivos de segurança. Os equipamentos de proteção individual deverão ser definidos conforme os riscos identificados, observando-se especialmente a possibilidade de agarramento de luvas, vestimentas ou acessórios pelas partes móveis. 
3. Inspeção preventiva e condições operacionais Antes do início das atividades, deverá ser realizada inspeção das condições gerais da máquina, abrangendo: - Integridade e posicionamento das proteções. - Condições de conservação da lâmina de corte. - Funcionamento dos dispositivos de parada de emergência. - Estabilidade da mesa e dos dispositivos de alimentação. - Condições de segurança das instalações elétricas. - Organização, limpeza e iluminação do posto de trabalho. - Disponibilidade dos dispositivos auxiliares necessários à operação. A identificação de qualquer condição que comprometa a segurança deverá resultar na suspensão da utilização do equipamento até a adoção das medidas corretivas necessárias. 
4. Proteção das partes móveis e controle de acesso As polias, os mecanismos de transmissão e os demais componentes móveis deverão possuir proteções compatíveis com os riscos existentes, conforme os requisitos aplicáveis da NR-12. O acesso de pessoas não autorizadas às zonas perigosas deverá ser impedido mediante medidas de organização, sinalização, delimitação de áreas e instalação de proteções apropriadas. Também deverão ser adotadas medidas para evitar interferências externas capazes de provocar movimentos involuntários do operador durante a execução do corte. 
5. Capacitação e responsabilidade operacional. A operação da máquina serra-fita deverá ser realizada exclusivamente por trabalhadores devidamente capacitados e autorizados, conforme os requisitos normativos aplicáveis. A capacitação deverá contemplar o reconhecimento dos perigos, a utilização correta dos dispositivos de segurança, os procedimentos operacionais, as situações de emergência e as medidas necessárias à prevenção de acidentes. As atividades de limpeza, regulagem, manutenção e substituição de componentes deverão observar procedimentos específicos de segurança, incluindo o controle das energias perigosas, quando necessário. 
6. Acompanhamento pelo Técnico de Segurança do Trabalho O Técnico de Segurança do Trabalho deverá atuar no acompanhamento das condições de segurança, na identificação de não conformidades, na orientação dos trabalhadores e na verificação da implementação das medidas preventivas. As inspeções deverão considerar a eficácia dos dispositivos de proteção, o cumprimento dos procedimentos operacionais e as condições reais de exposição dos trabalhadores aos perigos mecânicos. As não conformidades identificadas deverão ser comunicadas aos responsáveis, registradas e tratadas conforme sua gravidade, priorizando-se a eliminação dos perigos e a redução dos riscos ocupacionais. 
CONSIDERAÇÕES FINAIS A prevenção de acidentes na operação de máquinas serra-fita depende da integração entre equipamentos adequadamente protegidos, procedimentos operacionais seguros, capacitação dos trabalhadores, inspeções preventivas e supervisão das atividades. O cumprimento dos requisitos normativos constitui medida essencial para reduzir a ocorrência de acidentes envolvendo cortes, amputações, aprisionamentos e outros eventos decorrentes do contato com partes perigosas. **A SEGURANÇA NA OPERAÇÃO DE MÁQUINAS NÃO DEVE DEPENDER EXCLUSIVAMENTE DA ATENÇÃO DO TRABALHADOR, MAS DA IMPLEMENTAÇÃO DE MEDIDAS EFICAZES DE PROTEÇÃO E CONTROLE DOS RISCOS.*

Notícia Preventiva: Acidente durante intervenção em rede elétrica revelou falhas nos procedimentos de segurança

A rede parecia desligada, mas o perigo continuava presente. O choque elétrico revelou uma falha que poderia ter custado uma vida!”
A chave-faca estava aberta, mas a lâmina continuava energizada. A confiança substituiu a verificação, e o acidente aconteceu!”
Acidente durante intervenção em rede elétrica revelou falhas nos procedimentos de segurança. Uma investigação de acidente de trabalho realizado no Sistema Elétrico de Potência (SEP) identificou falhas na comunicação entre os trabalhadores e na aplicação das medidas de controle de riscos elétricos. A equipe executava serviços de construção e adequação de uma rede de distribuição de energia elétrica quando ocorreu um acidente envolvendo o contato de um trabalhador com uma parte energizada da instalação. O episódio evidenciou a importância do planejamento das atividades, da comunicação eficiente e do cumprimento dos procedimentos de segurança. Trabalhador sofreu choque elétrico ao subir em poste. Durante a execução dos serviços, o encarregado havia orientado um trabalhador a subir no poste para instalar o conjunto de aterramento. Entretanto, o trabalhador interpretou equivocadamente a orientação e entendeu que deveria realizar o rebaixamento da cruzeta. Ao subir na estrutura, o trabalhador tocou com o dedo indicador direito na lâmina energizada de uma chave-faca, recebendo uma descarga elétrica. O acidente provocou queimaduras no dedo indicador direito e na palma da mão esquerda. Conforme as informações registradas, o trabalhador permaneceu consciente após o acidente, e a avaliação médica inicial estimou um período de recuperação entre 7 e 14 dias. Equipamentos de segurança estavam disponíveis, mas não foram utilizados.A investigação constatou que os equipamentos de proteção coletiva necessários à execução segura da atividade estavam disponíveis no caminhão de apoio. 
O trabalhador subiu acreditando que estava seguro. Uma orientação mal compreendida o colocou diante de um risco fatal!”
A eletricidade não perdoou a falta de verificação. O contato com a parte energizada transformou uma atividade rotineira em acidente!”
Entre os equipamentos encontrados estavam o detector de tensão, a vara de manobra, as luvas isolantes e o conjunto de aterramento temporário. Apesar de estarem em condições de uso, esses equipamentos não haviam sido utilizados antes da intervenção. O fato demonstrou que a disponibilidade dos equipamentos, isoladamente, não havia garantido a segurança dos trabalhadores. Outra ocorrência envolveu contato de cabo com rede energizada. O relatório também descreveu uma ocorrência durante a movimentação de um cabo elétrico próximo a uma estrutura da rede de distribuição. Após a abertura de uma chave-faca, um trabalhador movimentou o cabo em desacordo com os procedimentos estabelecidos. Durante a operação, parte do cabo atingiu um condutor energizado de alta tensão, provocando seu rompimento e a emissão de faíscas. Embora não tenham sido registradas vítimas nessa ocorrência, a situação apresentou elevado potencial para provocar acidentes graves ou fatais. Investigação identificou fatores que contribuíram para o acidente. 
“O teste de ausência de tensão não foi realizado. A dúvida que deveria ter sido esclarecida acabou se transformando em acidente!”
A comunicação falhou, o trabalhador interpretou a tarefa de outra maneira e o risco elétrico se tornou realidade!”
A análise das circunstâncias identificou falhas relacionadas à comunicação das instruções, à interpretação das atividades e à ausência de aplicação de medidas essenciais de controle dos riscos elétricos. A investigação também destacou que a rede havia sido considerada desligada sem que fossem executadas todas as verificações necessárias para comprovar sua condição segura. Essa situação expôs os trabalhadores ao risco de contato com partes energizadas e de ocorrência de acidentes por indução ou energização inesperada. Medidas preventivas foram propostas após a investigação. Após a análise dos acontecimentos, a comissão responsável propôs medidas destinadas a evitar a repetição de acidentes semelhantes. Entre as recomendações apresentadas, destacaram-se: 1. Divulgação dos acidentes aos trabalhadores, com esclarecimentos sobre suas causas e consequências. 2. Reforço das orientações de segurança durante as reuniões com as equipes operacionais. 3. Cumprimento dos procedimentos de verificação da ausência de tensão e aterramento temporário. 4. Utilização correta dos equipamentos de proteção individual e coletiva. 5. Melhoria da comunicação entre encarregados e trabalhadores. 6. Recomendação de instalação de placas de advertência nas chaves-faca, alertando sobre a existência de partes energizadas. 7. 
“O trabalhador sobreviveu ao choque elétrico, mas a ocorrência deixou uma advertência: a próxima falha poderia ter consequências fatais!”
“A experiência não substituiu os procedimentos. O excesso de confiança abriu caminho para um acidente que poderia ter sido evitado!”
Reforço do planejamento e da supervisão das intervenções nas redes elétricas. As recomendações tiveram como finalidade fortalecer os procedimentos de segurança e reduzir a possibilidade de novas ocorrências. NR-10 estabeleceu a referência para análise das medidas de controle. A investigação considerou a importância dos procedimentos de segurança previstos na Norma Regulamentadora nº 10, especialmente quanto à desenergização, à constatação da ausência de tensão e à instalação do aterramento temporário. A ocorrência demonstrou que o desligamento de um circuito não havia sido suficiente para garantir a segurança da intervenção.  Também evidenciou que a ausência de verificações e de medidas de proteção havia aumentado significativamente a exposição dos trabalhadores aos riscos elétricos. O acidente aconteceu em poucos segundos, mas suas causas começaram antes da execução da atividade. A comunicação falhou, os procedimentos não foram integralmente cumpridos e os equipamentos de proteção disponíveis não foram utilizados. A ocorrência deixou uma lição importante: no Sistema Elétrico de Potência, a segurança nunca poderia ter sido baseada em suposições. Conclusão: A investigação demonstrou que os acidentes envolvendo eletricidade poderiam ter consequências graves mesmo quando as lesões registradas fossem consideradas de menor gravidade. As ocorrências analisadas reforçaram a importância da comunicação clara, do planejamento, da supervisão e da aplicação rigorosa das medidas de controle dos riscos elétricos. O acidente deixou uma lição: a prevenção deveria ter começado antes da execução do serviço. 
“A equipe tinha equipamentos, orientações e procedimentos. O acidente mostrou o que aconteceu quando as barreiras de segurança não foram aplicadas!”
“O acidente deixou marcas nas mãos do trabalhador e uma lição para toda a equipe: no Sistema Elétrico de Potência, presumir que não havia tensão foi um erro perigoso!”

Josué dos Reis Rita\ Técnico de Segurança do Trabalho\ Reg.: M.T.E – MG-010349-7

O PERIGO ESTÁ NA DESORGANIZAÇÃO: A FALTA DE LIMPEZA NO AMBIENTE DE TRABALHO PODE CUSTAR VIDAS!”

ACIDENTES NÃO ACONTECEM POR ACASO: A DESORGANIZAÇÃO PODE SER O PRIMEIRO PASSO PARA UMA TRAGÉDIA!
O ACIDENTE COMEÇA ANTES DA QUEDA: OS PERIGOS ESCONDIDOS NA DESORGANIZAÇÃO!
Organização, arrumação e limpeza: atitudes simples que podem evitar acidentes graves no ambiente de trabalho. Segurança começa com a organização! Ambientes desorganizados, materiais espalhados e acessos obstruídos representam riscos que podem comprometer a integridade física dos trabalhadores. Saúde e Segurança do Trabalho. A organização, a arrumação e a limpeza nos ambientes de trabalho são medidas fundamentais para a prevenção de acidentes e a preservação da saúde dos colaboradores. Em canteiros de obras, indústrias, oficinas, almoxarifados e frentes operacionais, a falta de organização pode provocar tropeções, escorregamentos, quedas de materiais, incêndios e outras ocorrências graves. Por esse motivo, manter o ambiente organizado não deve ser considerado apenas uma questão de aparência, mas uma responsabilidade coletiva e uma prática indispensável de segurança. Atenção aos riscos presentes no ambiente de trabalho Ferramentas abandonadas, resíduos acumulados, materiais armazenados incorretamente, cabos elétricos espalhados e derramamentos de líquidos são exemplos de condições que exigem ações preventivas imediatas. 
UM SIMPLES OBSTÁCULO, UMA GRAVE CONSEQUÊNCIA: ORGANIZAÇÃO TAMBÉM SALVA VIDAS!

Um ambiente desorganizado pode esconder o próximo acidente.

Passarelas, escadas, rotas de fuga, saídas de emergência e equipamentos de combate a incêndio devem permanecer livres de obstáculos, garantindo a circulação segura e o atendimento a possíveis emergências. Inspeções diárias ajudam a prevenir acidentes A realização de inspeções periódicas, incluindo verificações diárias das condições de organização e limpeza, permite identificar irregularidades antes que elas provoquem acidentes. Entre as principais recomendações preventivas estão: - Manter ferramentas e materiais em locais apropriados. - Retirar resíduos e sucatas das frentes de trabalho. - Garantir acessos e saídas de emergência desobstruídos. - Armazenar materiais de maneira segura, evitando tombamentos. - Corrigir imediatamente derramamentos e condições escorregadias. - Realizar a segregação e o descarte adequado dos resíduos. - Comunicar irregularidades à liderança e à equipe de Segurança do Trabalho. 
prevenção exige comprometimento da liderança

O TST desempenha um papel importante na orientação dos colaboradores, na identificação de perigos

Atividades podem ser paralisadas diante de condições inseguras Quando as condições de organização e limpeza representarem riscos à integridade física dos trabalhadores, as atividades devem ser interrompidas conforme os procedimentos de segurança aplicáveis, até que as irregularidades sejam corrigidas. A prevenção exige comprometimento da liderança, fiscalização das condições de trabalho e participação ativa de todos os colaboradores. O papel do Técnico de Segurança do Trabalho O Técnico de Segurança do Trabalho desempenha um papel importante na orientação dos colaboradores, na identificação de perigos, no acompanhamento das inspeções e na recomendação de medidas corretivas. Entretanto, a segurança não depende exclusivamente desse profissional. 
Garantir acessos e saídas de emergência desobstruídos.

realização de inspeções periódicas,

Cada trabalhador deve contribuir para manter o ambiente organizado e comunicar situações que possam provocar acidentes. Reflexão preventiva  Um ambiente desorganizado pode esconder o próximo acidente. Organização e limpeza não são tarefas secundárias: são atitudes de responsabilidade, respeito à vida e compromisso com a segurança de todos!  Conclusão A prevenção começa antes da execução das atividades. Manter os ambientes limpos, organizados e livres de obstáculos reduz a exposição a riscos e contribui para operações mais seguras. Segurança do Trabalho: prevenir acidentes é uma responsabilidade de todos! 
organização, a arrumação e a limpeza nos ambientes de trabalho são medidas fundamentais para a prevenção de acidentes

Cada trabalhador deve contribuir para manter o ambiente organizado

**Josué dos Reis Rita**\ Técnico de Segurança do Trabalho\ Reg.: M.T.E – MG-010349-7 

ALERTA DE SEGURANÇA | Como devem ser realizadas as inspeções de segurança?

JOSUE DOS REIS RITA
Evite movimentos bruscos: realize a movimentação de forma controlada e sinalizada
Na movimentação de chapas de rochas ornamentais, identificar falhas antes da operação é essencial para prevenir acidentes. A inspeção precisa resultar em correções e acompanhamento. O Anexo I da NR-11 determina que as inspeções rotineiras e manutenções sejam executadas por profissional capacitado ou qualificado. A empresa deve manter registros das inspeções periódicas e manutenções. Também exige relatório anual de inspeção, elaborado por profissional legalmente habilitado, com ART recolhida. :chatgpt-content-reference{index="0"} **O que verificar na prática?
Utilize acessórios adequados: confira cintas, correntes, lingas e pontos de içamento.
Comunique irregularidades: interrompa a operação diante de falhas ou condições inseguras.
Como roteiro preventivo, a equipe deve observar: - **Equipamentos e acessórios:** condições de cabos de aço, cintas, correntes, ganchos, manilhas, ventosas e garras, respeitando os critérios de descarte aplicáveis. - **Capacidade e estabilidade:** compatibilidade entre carga, equipamento, acessórios e pontos de sustentação. - **Área de trabalho:** isolamento, sinalização, organização e condições de armazenamento. - **Dispositivos de segurança:** integridade das proteções e funcionamento conforme o manual do fabricante. Esses pontos devem compor uma lista de verificação específica para cada equipamento e operação. 
JOSUE DOS REIS RITA
Nenhuma carga é mais importante que a segurança!”
Encontrada uma falha que comprometa a segurança, a orientação preventiva é suspender o uso, comunicar o responsável e providenciar a correção antes da retomada. Para facilitar o acompanhamento, recomenda-se registrar data, equipamento, irregularidades, providências, responsáveis e conclusão das correções. **Atenção à capacitação:** as 16 horas mencionadas no conteúdo correspondem ao Módulo III, com oito horas teóricas e oito práticas. A formação prevista no item 5.7 reúne três módulos, totalizando 36 horas. Inspecionar é agir antes que uma falha se transforme em acidente.** Josué dos Reis Rita | Técnico de Segurança do Trabalho | Reg.: M.T.E – MG-010349-7
Respeite a capacidade de carga: nunca ultrapasse os limites estabelecidos pelo fabricante
Operar uma ponte rolante exige atenção, responsabilidade e compromisso com a vida.

Colaboradores são retirados das áreas de detonação para evitar o risco de acidentes

As organizações abrangidas pelo Anexo I da NR-19 devem manter o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) acompanhado de registros que apoiem a prevenção de acidentes. As exigências integram as regras de segurança para a indústria e o comércio de fogos de artifício e outros artefatos pirotécnicos. Entre os documentos exigidos estão relatórios de investigação de acidentes e incidentes desde a última revisão, monitoramentos de exposição a agentes ambientais e estatísticas de acidentes e danos à saúde relacionados ao trabalho.  A documentação deve apresentar datas de elaboração e revisão e assinatura do responsável legal. O inventário de riscos ocupacionais deve ser atualizado, com revisões previstas pelo menos anualmente ou sempre que houver necessidade de alterar suas informações. 
A assinatura deve ser conjunta entre profissional qualificado em Segurança no Trabalho e Responsável Técnico da organização. Também são exigidos inventário dos produtos utilizados ou fabricados, incluindo resíduos, planos de manutenção preventiva e procedimentos seguros para as operações com explosivos. O plano de emergência deve reunir informações das instalações, equipamentos de combate a incêndio, atribuições da brigada, registros de treinamentos e simulados anuais, além da comunicação com bombeiros e autoridades. **Prevenir é transformar os riscos identificados em ações concretas de proteção à vida. 
Comportamento dos colaboradores antes da detonação – NR-22 Antes de qualquer detonação em atividades de mineração, todos os colaboradores devem seguir rigorosamente as orientações de segurança. - Interromper as atividades e retirar-se da área de risco. - Respeitar o isolamento e a sinalização da área de detonação. - Dirigir-se ao local seguro definido no plano de fogo. - Obedecer aos sinais sonoros e às orientações da equipe responsável. - Não retornar à área sem autorização expressa do responsável pela detonação. - Comunicar imediatamente qualquer presença de pessoas ou situação de risco na área isolada. Antes da detonação, a segurança começa com o comportamento de cada trabalhador. Respeitar o isolamento, atender aos alertas e aguardar a liberação da área é preservar vidas!
” Josué dos Reis Rita | Técnico de Segurança do Trabalho | Reg.: M.T.E – MG-010349-7

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Quais os métodos de prevenção de riscos de acidentes em atividades sobrepostas?


Parece brincadeira, mas algumas pessoas mão conhecem este termo de trabalho sobreposto. Mas o prevencionista está alinhado. Existe e é perigoso! Trabalhos sobrepostos são aqueles em que um determinado grupo de trabalhadores está exposto a riscos gerados por outra atividade de risco que está sendo executada na proximidade ou no mesmo local. Ex: risco de queda de materiais causados por trabalho em altura com outras pessoas em atividade no piso inferior; risco de atropelamento causado por máquinas operando próximas de pessoas; risco de acidentes causados durante o processo de comissionamento ou com pessoas nas áreas de riscos, etc.
18.4.6.1 As tarefas a serem executadas mediante a adoção de soluções alternativas devem estar expressamente previstas em procedimentos de segurança do trabalho a descrição dos equipamentos e das medidas de proteção coletiva a serem implementadas;
As  devem utilizar os meios necessários para evitar ou conter quedas tanto de pessoas quanto de peças, objetos, ferramentas ou equipamentos durante a realização de trabalhos sobrepostos, tais como, isolamento de área, fechamento de aberturas no piso, construção de assoalho, marquises, alarme sonoro de equipamentos de movimentação de materiais tipo elevadores, gruas, guinchos, etc. As empresas devem providenciar aos seus empregados caixas de ferramentas manuais apropriadas e adequadas para o transporte das mesmas quando da realização de trabalhos sobrepostos. 
Quando um trabalho inviabilizar outro trabalho em nível inferior por qualquer motivo, inclusive segurança, a prioridade deverá ser estabelecida pela gerenciadora, que é a autoridade para esta finalidade. Em nenhuma hipótese o pessoal de segurança será responsabilizado pela eventual interrupção do trabalho, nem qualquer indenização ou pagamento pelo trabalho não realizado será pleiteado em função dessa condição as possíveis interferências que podem ocorrer durante as atividades.  
18.4.6.1 As tarefas a serem executadas mediante a adoção de soluções alternativas devem estar expressamente previstas em procedimentos de segurança do trabalho, nos quais devem constar: a descrição de uso e a indicação de procedimentos quanto aos Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) e EPI, conforme as etapas das tarefas a serem realizadas;
SEMAE de Ouro Preto - ( MG )
Cuidados especiais deverão ser adotados nos trabalhos em altura e no uso de plataformas elevatórias. B) barreiras ou anteparos. Deverão ser instalados visando a segregação dos riscos. c) segregação de pessoas e máquinas, pessoas e equipamentos, pessoas e atividades críticas. Deverá ser instalada visando alertar os trabalhadores quanto aos riscos. d) coberturas ou redes de proteção. Deverão ser instaladas em locais onde houver necessidade de trabalhos em pisos diferentes com risco de queda de materiais. O modelo e diâmetro das telas de proteção deverão estar contempladas na APR. e) tapumes e biombos deverão ser instalados para proteger as pessoas do risco de projeção de partículas, fagulhas e outros. 
18.4.6.2 As tarefas envolvendo soluções alternativas somente devem ser iniciadas com autorização especial, precedida de análise de risco e permissão de trabalho, que contemple os treinamentos, os procedimentos operacionais, os materiais, as ferramentas e outros dispositivos necessários à execução segura da tarefa.
O fornecedor de serviços deverá possuir equipe exclusiva para a organização e arrumação das frentes de serviços, conforme procedimento específico. Quando as ações não forem suficientes para o controle dos riscos em atividades sobrepostas, ações como mudanças de horários e revezamentos entre as equipes de execução das atividades deverão ser adotadas sempre em consenso com as partes envolvidas. No caso do risco não estar controlado, a atividade deverá ser paralisada imediatamente até que ações corretivas sejam adotadas. Deverão ser adotadas ações de comunicação (campanhas, sinalização através de placas, dds, divulgação desinformações contidas nas apr´s) com o intuito de divulgação dos riscos nas atividades sobrepostas. bloqueio de fontes de energia diversas. Nas atividades em altura será obrigatória a amarração das ferramentas e o uso de porta ferramentas prevenindo quedas das mesmas no piso inferior. g) Os andaimes deverão ser fiscalizados diariamente com foco em acessos, aberturas de piso, rodapés e guarda-corpos. 
Continuamente deverão ser realizadas monitoramento dos desvios através de inspeções de segurança, blitz de segurança, inspeções gerenciais. Equipamentos de proteção individual: a) capacete com jugular; b) botina; c) óculos de segurança; d) protetor auricular (caso necessário); e) cinto de segurança tipo pára-quedista talabarte em “y” com dupla trava, caso necessário.  Para controle de riscos devem ser realizadas: a) inspeções de segurança; b) blitz de segurança; c) inspeções gerenciais; d) avaliação de organização e limpeza.