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domingo, 27 de setembro de 2026

Plataformas metálicas (condutivas)

Plataformas metálicas (condutivas): a) devem possuir sistema de proteção contra quedas com no mínimo 990 mm de altura b) quando o acesso da plataforma for por meio de portão, não pode permitir a abertura para fora e deve ter sistema de travamento que impeça a abertura acidental. As cestas aéreas, isoladas e não isoladas, devem possuir sistema de nivelamento da(s) caçamba(s) ativo e automático, através de sistema mecânico ou hidráulico que funcione integradamente aos movimentos do braço móvel e independente da atuação da força de gravidade. 
As cestas áreas não isoladas com até 10 anos de uso, contados a partir da vigência deste anexo, estão dispensadas da exigência do item 2.3, podendo possuir sistema de nivelamento da caçamba por gravidade. É proibida a utilização de cestas aéreas não isoladas que não possuam sistema de nivelamento da caçamba ativo e automático. Para serviços em linhas, redes e instalações energizadas com tensões iguais ou superiores a 1.000V, deve-se utilizar cesta aérea isolada, que possua o grau de isolamento, categorias A, B ou C, conforme norma ABNT NBR 16092:2012, e devem ser adotadas outras medidas de proteção coletivas para a prevenção do risco de choque elétrico, nos termos da NR-10. 
Para serviços em linhas, redes e instalações energizadas com tensões inferiores a 1.000V, a caçamba deve possuir isolação própria e ser equipada com cuba isolante (liner), garantindo assim o grau de isolamento adequado, e devem ser adotadas outras medidas de proteção coletivas para a prevenção do risco de choque elétrico, nos termos da NR-10. Para serviços em proximidade de linhas, redes e instalações energizadas ou com possibilidade de energização acidental, em que o trabalhador possa entrar na zona controlada com uma parte do seu corpo ou com extensões condutoras, o equipamento também deve possuir o grau de isolamento adequado, observando-se que: a) caso o trabalho seja realizado próximo a tensões superiores a 1.000 V, a cesta aérea deve ser isolada, conforme previsto no item 2.4 deste Anexo; 
b) caso o trabalho seja próximo a tensões igual ou inferiores a 1.000 V, a caçamba deve garantir o isolamento, conforme previsto no item 2.5 deste Anexo; c) devem ser adotadas outras medidas de proteção coletivas para a prevenção do risco de choque elétrico, nos termos da NR-10. Em cestas aéreas com duas caçambas, os controles superiores devem estar posicionados ao alcance dos operadores, sem que haja a necessidade de desengatar seu cinto de segurança. Os controles inferiores da cesta aérea não devem ser operados com trabalhadores na caçamba, exceto em situações de emergência ou quando a operação ou atividade assim o exigir. 
É proibida a movimentação de carga nas cestas aéreas, exceto as ferramentas, equipamentos e materiais para a execução da tarefa acondicionados de forma segura.  As ferramentas, equipamentos e materiais a serem transportados não devem ter dimensões que possam trazer riscos ou desconforto aos trabalhadores. O peso total dos trabalhadores, ferramentas, equipamentos e materiais não pode exceder, em nenhum momento, a capacidade de carga nominal da caçamba.

Manutenção mecanica do TCLD

SEGURAS DE TRABALHO!  Na verdade o programa inteiro de prevenção de acidentes é apenas isto. Eis aqui um outro exemplo comum: uma escada numa residência de dois andares é essencial, por razões óbvias. Muitas pessoas morrem ou ficam feridas, todos os anos, em acidentes em escadas. Naturalmente a escada não pode ser eliminada, mas os riscos podem ser minimizados. Para tanto providenciamos corrimão na altura recomendada, pisos aderentes, inclinação, quantidade de degrau recomendado, espaçamento entre degraus e altura dos degraus dentro das normas e iluminação apropriada. 
Além disto, devemos treinar as crianças para usar escadas com segurança, subir e descer um degrau de cada vez, usar o corrimão e não correr. Agora esta escada pode ser usada com segurança relativa. Suas condições de riscos foram minimizadas e a conscientização através do treinamento apropriado às crianças deve eliminar os atos inseguros. Vejamos como estes princípios se aplicam em nosso trabalho. Suponha que temos um projeto que exija de nós reparos em instalações subterrâneas num cruzamento de rua movimentado. 
A quebra do asfalto e A abertura de um buraco certamente apresentam muitos riscos que não podem ser eliminados. Mesmo que seja um trabalho de emergência, ele deve ser planejado e avaliado antes de ser iniciado. Todos os membros da equipe de trabalho são responsáveis pela identificação e análise dos riscos inerentes àquela atividade. Todos devem ser protegidos o máximo possível como o público externo, as propriedades públicas, os vizinhos e cada membro da equipe. Como nosso trabalho irá interferir no tráfego de veículos e pedestres, temos de iniciar definindo nossa área de trabalho. 
Os motoristas devem ser alertados antecipadamente de que há um grupo de pessoas executando um trabalho à frente. Como não podemos eliminar os riscos do tráfego, o melhor que podemos fazer é torná-lo mais lento. Reduzir a velocidade contínua dos veículos não apenas permite a continuidade do trabalho e melhora a segurança, como também melhora as boas relações com os vizinhos. Após estabelecermos um padrão seguro para o tráfego, após termos criado proteção aos pedestres naquele local, ainda assim teremos de lidar com os riscos envolvidos na tarefa. Muitos dos riscos com os quais nos defrontamos podem ser eliminados e outros podem ser minimizados. 
A utilização de equipamentos como o capacete, luvas, óculos de segurança, protetores faciais, máscaras, enfim, aqueles equipamentos dimensionados pela segurança como importantes para sua proteção, eliminarão os outros riscos nesta atividade. 
Porém, todo o aparato de proteção existente não impedirá atos inseguros daqueles que querem desafiar a própria segurança. Cada um de nós é responsável por seu próprio desempenho na segurança do trabalho.
Manutenção mecanica do TCLD

Segurança do trabalho, O que pode causar um acidente ferroviário?

A segurança do trabalho em operações ferroviárias de carga é fundamental para prevenir acidentes e proteger a integridade dos trabalhadores e da comunidade. Diversas medidas podem ser implementadas para minimizar riscos e assegurar um ambiente de trabalho seguro: 1. Manutenção Regular e Monitoramento em Tempo Real. 
Realizar inspeções periódicas e manutenções preventivas nas locomotivas, vagões e trilhos é essencial para identificar e corrigir possíveis falhas antes que causem acidentes. A implementação de tecnologias de monitoramento em tempo real permite a supervisão contínua das condições dos componentes ferroviários, possibilitando ações corretivas imediatas quando necessário.

Treinamento e Capacitação dos Trabalhadores: Oferecer treinamentos regulares aos funcionários sobre procedimentos operacionais, uso correto de equipamentos e protocolos de segurança é vital. Isso inclui a conscientização sobre riscos psicossociais, como estresse e trauma, que podem afetar o desempenho e a segurança. Uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Garantir que todos os trabalhadores utilizem EPIs adequados, como capacetes com jugular, protetores auriculares, óculos de proteção, luvas, perneiras, coletes refletivos e botas com biqueira e solado antiderrapante, é crucial para a proteção pessoal durante as operações. 4. Implementação de Sistemas Anticolisão e Antidesvio:Adotar tecnologias avançadas, como sistemas de controle de velocidade automática e detecção de objetos na via, ajuda a prevenir colisões entre trens e descarrilamentos causados por obstáculos nos trilhos. 5. Campanhas de Conscientização e Educação Continuada: Promover campanhas educativas voltadas tanto para os trabalhadores quanto para a comunidade é fundamental para disseminar práticas seguras e reduzir comportamentos de risco próximos às ferrovias. 

6. Sinalização Adequada e Procedimentos de Segurança: Manter uma sinalização clara e visível nas áreas operacionais e garantir que os procedimentos de segurança sejam seguidos rigorosamente contribui para a prevenção de acidentes. A regra "Pare, Olhe para os dois lados e Escute" deve ser sempre observada ao cruzar linhas férreas. 

Museu Ferroviário de SETE LAGOAS - MG

A implementação dessas medidas, aliada a uma cultura organizacional voltada para a segurança, é essencial para minimizar riscos e assegurar operações ferroviárias de carga mais seguras e eficientes. 

Manuseio de cargas com segurança

Manuseio de cargas com segurança Mesmo com o auxilio mecânico para o levantamento de cargas, encontramos certas coisas que precisam ser feitas manualmente. Para evitar distensões de mau jeito nas costas, temos que fazê-lo corretamente. Isto já foi dito várias vezes, porém ainda ocorre muita lesão por levantamento de pesos. Consideremos algumas coisas que temos de levantar manualmente. O que pesa mais? O que é mais difícil de manusear? Pense nisso enquanto falamos nos principais Pontos sobre levantamento de peso com segurança. A proteção das mãos é de máxima importância. 
Ao levantar materiais com bordas cortantes ou superfície áspera, use luvas para proteger suas mãos. Devemos evitar o pinçamento de dedos e cortes nas mãos. Mesmo que você esteja usando luvas, deve certificar-se de que suas mãos não correm riscos, não podem ser atingidas por alguma projeção no momento do levantadlevantamento, e que a mesma não atingirá os pés. A firmeza dos pés é essencial para se tentar levantar um objeto de qualquer peso substancial. Muitas Distensões resultam da perda do equilíbrio. Com isso o peso da carga é lançado sobre os músculos das costas. A posição dos pés determina se você está ou não bem equilibrado. Eles devem estar ligeiramente separados um do outro. 
Dobrar os joelhos para levantar o peso com os músculos da perna é o requisito básico de segurança. Se estiver pegando uma caixa, posicione-a em diagonal pegando pelos cantos opostos. A coluna deve ficar quase reta. Se encurvar a coluna em demasia poderá ocorrer lesões graves na coluna vertebral. Lembre-se que a coluna é composta de pequenas vértebras intercaladas com um disco gelatinoso. A compressão então deve ser no sentido vertical. Após levantada a carga, mantenha próxima ao corpo para evitar esforços nos músculos dos braços e manter o equilíbrio da pessoa. Antes de levantar deve ser feita uma avaliação para ter certeza de que, ao erguê-la poderá traze-la próxima ao seu corpo. 
Levantar lentamente é outra recomendação básica de segurança. Coloque lentamente sua força no levantamento. Levante lentamente Esticando suas pernas, mantendo as costas retas e a caixa próxima ao corpo. Se a carga for muito pesada, logo no início você poderá retornar a carga para a posição original. Peça ajuda quando precisar e não hesite em fazer isto. Apresentamos a seguir alguns conselhos:
Dimensione a carga primeiro, não tente ser o mais forte. Na dúvida peça auxílio; - Certifique-se de que está com os pés firmes no chão e verifique os desníveis do local, se existir; - Mantenha os pés ligeiramente separados, uns 30 centímetros um do outro; - Coloque seus pés próximo à base do objeto. Isto é importante porque evita colocar toda a carga sobre os músculos das costas; 
- Dobre seus joelhos, mantendo suas costas retas e o mais vertical possível. As botas de segurança com biqueira de aço previnem possíveis acidentes com projeções de objetos sobre os pés levantamento de cargas representam muitos problemas no trabalho em relação a acidentes típicos ou problemas relacionados com a saúde do empregado. Assim sendo, procure utilizar a força dos músculos das pernas e braços, pois costas não possuem músculos para essa finalidade.

Condições seguras no espaço confinado

Todo trabalho em espaço confinado somente poderá ser iniciado com o acompanhamento e autorização do supervisor de entrada. Toda atividade deverá ser supervisionada no exterior e no interior dos espaços confinados. Somente poderá adentrar em um espaço confinado os empregados autorizados relacionados na PET e que colocaram seus crachás a disposição do vigia. Não é permitida a execução de serviço em ambiente confinado sozinho sem o acompanhamento do vigia. Deverão ser monitoradas continuamente as condições da atmosfera durante toda a permanência no interior do espaço confinado conforme definido na PET. Os registros dos testes e monitoramentos gerados pelos equipamentos de monitoramento atmosférico deverão ser anexados a PET. O espaço confinado deve ser vistoriado após a conclusão das atividades de forma que todos os equipamentos e materiais utilizados sejam removidos antes do retorno à operação. Esta vistoria deve ser registrada na PET. Os espaços confinados devem ser identificados, isolados, bloqueados e sinalizados para evitar a entrada de pessoas não autorizadas durante a execução das atividades. 
TRABALHOS A QUENTE: Nos Trabalhos a quente deverão ser adotadas medidas para eliminar ou controlar os riscos de incêndio ou explosão, tais como solda, aquecimento, esmerilhamento, corte ou outros que liberem chama aberta, faíscas ou calor. Deverão ser emitidas permissões de trabalho específicas para trabalho a quente conforme a INS 0038 G e o registro desta emissão pontuado na PET. Nos serviços de solda e oxicorte o conjunto de cilindros deve, sempre que possível, ficar fora do espaço confinado. UTILIZAÇAO DE VENTILAÇÃO MECÂNICA CONTÍNUA: A ventilação mecânica deverá ser direcionada de forma a ventilar as áreas imediatamente próximas onde um trabalhador estiver ou estará presente no interior do espaço confinado e continuará até todos os trabalhadores deixarem o espaço. O suprimento de ar pela ventilação mecânica será de uma fonte limpa, precedida de sistema de arco filtro e não poderá aumentar os riscos no espaço confinado. A atmosfera no interior de um espaço deverá ser periodicamente monitorada, de acordo com o definido na PET, assim como, deverá ser assegurado que a ventilação mecânica de ar contínua prevenirá o acúmulo de uma atmosfera perigosa. Os pontos de alimentação da ventilação mecânica deverão ser bloqueados e sinalizados para impedir desligamento ou permutação intencional ou não intencional quando ligada. 
UTILIZAÇAO DE VENTILAÇÃO LOCAL EXAUSTORA: As operações de solda e corte a quente em espaço confinado devem ser realizadas em condições favoráveis à manutenção da qualidade do ar respirável, através do emprego de sistemas de ventilação local exaustora que coletam os fumos e gases gerados no processo, antes que atinjam a zona de respiração dos trabalhadores. A distância excessiva entre o local de geração e o de captura dos contaminantes reduz significativamente a eficiência da ventilação local exautora. O ar poluído retirado do espaço confinado não deve ser direcionado para locais de trabalho ocupados no seu entorno; A instalação de um sistema de ventilação não dispensa o monitoramento continuo da atmosfera do espaço confinado.DETECÇÃO DE ATMOSFERA IMEDIATAMENTE PERIGOSA A VIDA OU A SAÚDE (IPVS) DURANTE A ENTRADA: As atividades realizadas em espaços confinados com atmosfera IPVS, somente poderão ser realizadas com acompanhamento “in loco” da equipe de salvamento / emergência. Em situações de trabalho a quente, o supervisor de entrada deverá avaliar a necessidade deste acompanhamento no momento da emissão da PET. 
O espaço confinado cuja concentração de contaminantes esteja acima do limite de exposição IPVS somente pode ser adentrado com a utilização de máscara autônoma com pressão positiva. Nesta condição, o acesso deve ser limitado a, no máximo, duas pessoas por vez, e a equipe de resgate deve ter no mínimo duas pessoas. Caso a atmosfera perigosa seja detectada no interior do espaço confinado, por ex: bolsões, cada trabalhador deverá deixar o espaço imediatamente e posteriormente o espaço confinado deverá ser avaliado para determinar como a atmosfera perigosa se desenvolveu. Os trabalhadores não poderão adentrar até que os riscos sejam controlados. O acesso aos espaços confinados com atmosfera IPVS deve ser realizado utilizando-se conjunto de respiração com linha de ar respirável, o qual deve possuir cilindro para fuga ligado à peça facial do conjunto autônomo. 

PERMISSÕES DE ENTRADA E TRABALHO – PET - Espaço confinado







Antes que a entrada em um espaço confinado seja autorizada, o supervisor de entrada deverá documentar o conjunto de medidas necessárias para a preparação de uma entrada segura. O acesso ao espaço confinado somente será realizado após a emissão da PET (Permissão de entrada e trabalho) conforme o anexo 2, emitidas pelos supervisores de entrada e o supervisor responsável pela área / atividade; Antes da entrada, o supervisor de entrada e o supervisor responsável pela área / atividade na qual se localizada o espaço confinado deverão assiná-las para autorizá-la; A PET deve estar disponível para todos os trabalhadores autorizados, pela sua fixação na entrada ou por quaisquer outros meios igualmente efetivos; A PET é válida somente para uma entrada. Qualquer saída de toda equipe por qualquer motivo implica a emissão de nova permissão de entrada. A cada troca de turnos ou equipes deverá ser emitida nova PET e monitorada as condições de liberação; 
Quando houver alteração na equipe de trabalho ou alteração do ambiente deverá ser emitida nova PET; Antes de iniciar qualquer atividade em espaço confinado, deverá ser feita a avaliação inicial e monitoramento atmosférico continuamente utilizando-se equipamento adequado, devidamente calibrado e testado antes de cada utilização. As avaliações atmosféricas iniciais deverão ser realizadas, estando o avaliador, fora do espaço confinado; As avaliações deverão estar registradas na PET; As permissões deverão ser rastreáveis, estar disponíveis para conhecimento ou consulta, e arquivadas por cinco anos; É vedada a entrada e a realização de qualquer trabalho em espaços confinados sem a emissão da PET; A PET deverá ser preenchida, assinada e datada em três vias antes do ingresso de trabalhadores em espaços confinados. Uma via ficará com o supervisor de entrada, outra com os executantes da atividade e outra com o vigia; A PET deverá ser encerrada: a) quando as operações forem completadas; b) quando ocorrer uma condição não prevista; c) quando houver pausa ou interrupção dos trabalhos (Ex.: Horário de almoço, troca de turno, etc); Para todo espaço confinado identificado e inventariado deverá ser elaborado procedimento operacional específico que deverá contemplar os riscos específicos (incêndio ou explosão, inundação, soterramento, engolfamento, choques elétricos, eletricidade estática, queimaduras, quedas, escorregamentos, impactos, esmagamentos, amputações e outros que possam afetar a segurança), as medidas preventivas, instruções operacionais e todas as instruções de Saúde e Segurança Ocupacional referentes a cada atividade que possa ser realizada. Deverão constar nos procedimentos operacionais específicos, as condições estruturais do acesso (escadas, paredes, etc.) e possíveis interferências (instalações elétricas, presença de animais peçonhentos, etc.). 
Os procedimentos deverão ser validados pelas áreas de segurança e saúde locais. Na ausência do procedimento deve ser desenvolvida uma Análise de Risco da Tarefa – ART. Antes da entrada e início do trabalho dentro de espaço confinado, as condições atmosféricas deverão ser avaliadas com o auxílio de instrumentos de medição de leitura direta e registradas na PET. As O monitoramento do ambiente em espaço confinado deve ser realizado em sua parte inferior, mediana e superior. Caso ocorra situação de espaços longos e horizontais (vagões e tanques), deverão ser monitorados meio e ambos os cantos. O profissional que avaliar as condições atmosféricas deverá ser autorizado e treinado, utilizar equipamentos intrinsecamente seguros, protegidos contra emissões eletromagnéticas ou interferência de radiofreqüência, calibrados e testados. Os equipamentos de avaliação deverão ser testados e aferidos antes de cada utilização. O Supervisor de Entrada deve ajustar as configurações do equipamento de avaliação, verificar a carga das pilhas ou baterias, testar os sensores (bump-test), confirmar se a mangueira não está obstruída, bem como observar as recomendações do manual de operação. Implementar o Programa de Proteção Respiratória de acordo com a análise de risco, considerando o local, a complexidade e o tipo de trabalho a ser desenvolvido. O supervisor de entrada deverá emitir a PET no local de serviço após: A Avaliação de Estado de Saúde (AES) para espaço confinado efetuada para cada trabalhador autorizado envolvido na atividade. Programação da atividade e verificação da ART – Análise de risco da Tarefa em conjunto com os emitentes credenciados para que todos os estejam cientes dos riscos e das medidas de controle que deverão ser adotadas; Teste de cada equipamento de medição e do sistema de ar mandado e autônomo antes de cada utilização e registro na PET; 
Realizadas as avaliações atmosféricas; Sinalizar e bloquear fisicamente os pontos de alimentação/permutação dos exaustores/insufladores para impedir desligamento ou permutação intencional ou não intencional quando ligados por necessidade identificada na PET; Ventilar, insuflar e exaurir, mecanicamente, o ar do espaço confinado quando definida esta necessidade na PET; Inspeção prévia de todos os equipamentos e sistemas de proteção utilizando a PET. Os equipamentos que apresentarem anomalias deverão ser imediatamente substituídos; Garantir que os equipamentos dos vigias, dos sistemas de proteção e da equipe de resgate estejam disponíveis nas proximidades do Espaço Confinado e os meios para acioná-los operantes; Avaliar o isolamento e a sinalização de toda a área próxima ao local de realização dos trabalhos; Avaliação e confirmação de bloqueios de energias e a respectiva sinalização conforme procedimentos de bloqueio validados.

Quais EPIs utlizados para proteção contra quedas de diferença de nível?

EPI PARA PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS COM DIFERENÇA DE NÍVEL: Cinturão de segurança com dispositivo trava-queda para proteção do usuário contra quedas em operações com movimentação vertical ou horizontal. I.2 - Cinturão de segurança com talabarte: a) cinturão de segurança com talabarte para proteção do usuário contra riscos de queda em trabalhos em altura; e b) cinturão de segurança com talabarte para proteção do usuário contra riscos de queda no posicionamento em trabalhos em altura. 
Glossário Adquirente da importação por conta e ordem de terceiro: a pessoa jurídica que realiza transação comercial de compra e venda da mercadoria no exterior, em seu nome e com recursos próprios, e contrata o importador por conta e ordem para promover o despacho aduaneiro de importação. Aprovação de EPI: emissão do CA pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho. Avaliação de conformidade: demonstração de que os requisitos especificados são atendidos. 
Certificado de Aprovação: documento emitido pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho autorizando a comercialização e utilização do EPI no território nacional. Encomendante predeterminado: a pessoa jurídica que contrata o importador por encomenda para realizar a transação comercial de compra e venda de mercadoria estrangeira a ser importada, o despacho aduaneiro de importação e a revenda ao próprio encomendante predeterminado. Higienização: remoção de contaminantes que necessitam de cuidados ou procedimentos específicos. Contempla os processos de descontaminação e desinfecção.
Limpeza: remoção de sujidades e resíduos de forma manual ou mecânica, utilizando produtos de uso comum, tais como água, detergente, sabão ou sanitizante. Nome comercial: Para fins desta NR, é considerada a razão social ou nome fantasia, que conste no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica - CNPJ, emitido pela Receita Federal do Brasil, ou, ainda, marca registrada da qual o fabricante ou importador do EPI seja o detentor. 
Sistema biométrico: Para fins desta NR, é considerado o sistema que analisa características físicas para identificar de forma inequívoca um indivíduo, como por exemplo impressão digital, reconhecimento facial e íris.

Montagem e organização de almoxarifado

⚠️ A organização do almoxarifado é fundamental para prevenir acidentes e garantir um ambiente de trabalho seguro e produtivo.

✅ PRINCIPAIS MEDIDAS DE SEGURANÇA:
• Manter corredores e saídas de emergência desobstruídos.
• Armazenar materiais de forma segura e estável.
• Identificar e sinalizar os materiais armazenados.
• Separar produtos inflamáveis conforme as exigências da NR 20.
• Utilizar EPIs adequados durante movimentação e organização dos materiais.
• Evitar empilhamentos acima da capacidade permitida.
• Realizar inspeções periódicas no almoxarifado.
• Manter limpeza constante para evitar quedas, cortes e incêndios.
• Garantir iluminação adequada no ambiente de trabalho.
• Treinar os trabalhadores para movimentação manual e mecanizada de cargas.

Realizar a Análise Preliminar de Risco (APR) antes de iniciar qualquer atividade. Em caso de riscos sem o devido controle, exercer o direito de recusa.
Respeitar a sinalização e isolamento de área.

🚧 RISCOS MAIS COMUNS:
• Queda de materiais.
• Tropeços e escorregamentos.
• Esmagamentos.
• Incêndios.
• Lesões ergonômicas.
• Acidentes com equipamentos de movimentação.

Realizar Exames Ocupacionais (admissional, periódico, retorno ao trabalho, mudança de função) dentro do prazo estabelecido.
Respeitar as regras de trânsito

📋 NORMAS RELACIONADAS:
• NR 11 – Transporte, Movimentação e Armazenagem de Materiais.
• NR 17 – Ergonomia.

Cooperar, de forma irrestrita, com os órgãos regulatórios e fiscalizadores e trabalhar com os setores da indústria e organizações externas para melhorar o atendimento e o desenvolvimento de práticas de SST.

Acompanhar esta política provendo os recursos necessários que facilitem a sua implementação.

• NR 20 – Inflamáveis e Combustíveis.
• NR 23 – Proteção Contra Incêndios.
• NR 26 – Sinalização de Segurança.

Não desabilitar, remover ou modificar dispositivos de segurança
Os descumprimentos de uma das regras de Respeito a Vida, é passível de sanções

sábado, 26 de setembro de 2026

Quais os materiais necessários à prestação dos primeiros socorros?

Todo estabelecimento deverá estar equipado com material necessário à prestação dos primeiros socorros, considerando-se as características da atividade desenvolvida; manter esse material guardado em local adequado e aos cuidados de pessoa treinada para esse fim. As dores de cabeça são um mal extremamente comum, mas, ao mesmo tempo, um dos mais difíceis de se definir. A dor varia de intensidade: é sentida como um ligeiro desconforto ou como uma dor insuportável. As causas são tão variadas que, muitas vezes, fica difícil determinar com exatidão qual o problema físico ou emocional que está na raiz do problema.Felizmente, em sua maioria as dores de cabeça não são sintomas de um problema grave, mas apenas sinais de tensão, fadiga, ansiedade ou distúrbios emocionais.
Algumas vezes pode ser reflexo de um distúrbio em alguma outra parte do corpo, muito raramente ocorrendo como resultado de uma doença grave. Porém, não se pode deixar de consultar o médico, ele é quem pode melhor diagnosticar os motivos para a dor de cabeça. Por que a cabeça dói? A dor pode originar-se na parte externa do crânio, como resultado da contração e da tensão dos músculos do pescoço e do couro cabeludo. Ou, então, pode ter origem no lado interno do crânio, devido a uma inflamação, distorção ou algum outro problema que esteja afetando os vasos sangüíneos ou as membranas que envolvem o cérebro. Tipos de dor de cabeça: 
Dor de cabeça provocado por tensão: Esta é de curta duração, mas volta a atacar de tempo em tempo, quando não se combate a causa. Ela é em geral o resultado da fadiga e das tensões diárias. Ocasionalmente, esta dor de cabeça muito freqüente indica a presença de males crônicos, como anemia, pressão alta ou uma doença nos rins. Dor de cabeça emocional: A dor que começa durante o dia e aumenta de intensidade no final da tarde é, em geral, o resultado de uma tensão intensa e prolongada, muitas vezes acompanhada de depressão e de outros distúrbios psicológicos. Dor de cabeça provocada por infecção: Este tipo de dor, bastante comum em crianças é, em geral, acompanhado de febre provocada por dor de dente, sinusite ou infecção no ouvido. Dor de cabeça provocada por sinusite: 
Ela ocorre em pessoas de qualquer idade quando os seios nasais (cavidades existentes em torno e atrás do nariz) ficam congestionados e, em seguida, infeccionados. A dor manifesta-se na testa e nas faces, o nariz fica obstruído e os olhos lacrimejantes. Dor de cabeça diretamente associada à fadiga ocular: Muitas dores de cabeça começam atrás ou em volta do globo ocular depois que uma pessoa lê ou escreve durante um tempo prolongado. Elas são quase sempre provocadas pela tensão nos músculos do pescoço, deve-se consultar um oftalmologista. Dor de cabeça associada a dores no pescoço:
Muitas vezes ela provém de uma dor que tem início no pescoço, estende-se para os músculos do couro cabeludo , passando a afetar a parte posterior da cabeça, as têmporas e o fundo dos olhos. Esse tipo de dor de cabeça é muito comum depois dos 50 anos de idade, quando muitas pessoas passam a sofrer de dores reumáticas, de fibrosite ou ligeira artrite no pescoço. Dor de cabeça provocada por pancadas e ferimentos: Por mais leves que possam ser, um ferimento ou uma pancada na cabeça costuma provocar dores, muitas vezes acompanhadas de espasmos musculares e de tonturas. Estas dores desaparecem com o tempo, mas podem ser intensificadas pela ansiedade que provocam. Dor de cabeça provocada por problemas cerebrais graves: As dores de cabeça raramente têm como causa um problema grave no cérebro, como um tumor ou um abscesso.
 
Mesmo quando existe um tumor cerebral, a dor de cabeça é um sintoma que ocorre apenas nos estágios avançados da doença e, em geral, é mascarada por sintomas mais acentuados, como fraqueza e formigamento nos braços e nas pernas , distúrbios da fala vômitos e rigidez dos músculos do pescoço. Contudo, é extremamente improvável que a dor de cabeça ocorra como o único sintoma deste tipo de problema. Galera! Isso tudo é só para lembrar que a caixa de primeiros socorros na empresa não é para ser preenchida com remédios para dor de cabeça! Procure seu medico! Conforme a recomendação do PCMSO no ítem 7.5 DOS PRIMEIROS SOCORROS.Todo estabelecimento deverá estar equipado com material necessário à prestação dos primeiros socorros, considerando-se as características da atividade desenvolvida; manter esse material guardado em local adequado e aos cuidados de pessoa treinada para esse fim.Prestação de primeiros socorros

Itens da area de vivencia

Os vasos sanitários devem: a) ser do tipo bacia turca ou sifonado; b) ter caixa de descarga ou válvula automática; c) ser ligado à rede geral de esgotos ou à fossa séptica, com interposição de sifões hidráulicos. Mictórios: Os mictórios devem: a) ser individual ou coletivo, tipo calha; b) ter revestimento interno de material liso, impermeável e lavável; c) ser providos de descarga provocada ou automática; d) ficar a uma altura máxima de 0,50m (cinqüenta centímetros) do piso; e) ser ligado diretamente à rede de esgoto ou à fossa séptica, com interposição de sifões hidráulicos. No mictório tipo calha, cada segmento de 0,60m (sessenta centímetros) deve corresponder a um mictório tipo cuba. Chuveiros: A área mínima necessária para utilização de cada chuveiro é de 0,80m2 (oitenta decímetros quadrados), com altura de 2,10m (dois metros e dez centímetros) do piso. Os pisos dos locais onde forem instalados os chuveiros devem ter caimento que assegure o escoamento da água para a rede de esgoto, quando houver, e ser de material antiderrapante ou provido de estrados de madeira. 
Os chuveiros devem ser de metal ou plástico, individuais ou coletivos, dispondo de água quente. Deve haver um suporte para sabonete e cabide para toalha, correspondente a cada chuveiro. Os chuveiros elétricos devem ser aterrados adequadamente. Vestiário: Todo canteiro de obra deve possuir vestiário para troca de roupa dos trabalhadores que não residem no local. A localização do vestiário deve ser próxima aos alojamentos e/ou à entrada da obra, sem ligação direta com o local destinado às refeições. Os vestiários devem: a) ter paredes de alvenaria, madeira ou material equivalente; b) ter pisos de concreto, cimentado, madeira ou material equivalente; c) ter cobertura que proteja contra as intempéries; d) ter área de ventilação correspondente a 1/10 (um décimo) de área do piso; e) ter iluminação natural e/ou artificial; f) ter armários individuais dotados de fechadura ou dispositivo com cadeado; g) ter pé-direito mínimo de 2,50m (dois metros e cinqüenta centímetros), ou respeitando-se o que determina o Código de Obras do Município, da obra; h) ser mantidos em perfeito estado de conservação, higiene e limpeza; i) ter bancos em número suficiente para atender aos usuários, com largura mínima de 0,30m (trinta centímetros). 
Alojamento; Os alojamentos dos canteiros de obra devem: a) ter paredes de alvenaria, madeira ou material equivalente; b) ter piso de concreto, cimentado, madeira ou material equivalente; c) ter cobertura que proteja das intempéries; d) ter área de ventilação de no mínimo 1/10 (um décimo) da área do piso; e) ter iluminação natural e/ou artificial; f) ter área mínima de 3,00m2 (três metros) quadrados por módulo cama/armário, incluindo a área de circulação; g) ter pé-direito de 2,50m (dois metros e cinqüenta centímetros) para cama simples e de 3,00m (três metros) para camas duplas; h) não estar situados em subsolos ou porões das edificações; i) ter instalações elétricas adequadamente protegidas. É proibido o uso de 3 (três) ou mais camas na mesma vertical. A altura livre permitida entre uma cama e outra e entre a última e o teto é de, no mínimo, 1,20m (um metro e vinte centímetros).