Pesquisar este blog

sábado, 17 de outubro de 2026

Como são realizadas as avaliações de desempenho de sso de contratadas?

LISTA DE VERIFICAÇÃO EM  FASE INICIAL
1.Cumpriu o os procedimentos de segurança e saúde?
2.Elaborou e entregou o planejamento de cumprimento do Programa de Segurança?
3.O Programa está de acordo com o padrão EMPRESA e foi aprovado pela EMPRESA
B – controle de ACIDENTES DE TRABALHO
1 – Taxa de Freqüência de Acidentes com perda de tempo (CPT)  -  Atingiu a meta?
2 – Taxa de Freqüência de Acidentes sem perda de tempo (SPT)  -  Atingiu a meta?
3 – Taxa de Gravidade (considerando dias perdidos mais debitados – Atingiu a meta?
C - OBRIGAÇÕES ROTINEIRAS
Equipe de GERENCIAMENTO DE SST
Neutralização de acidentes de trabalho
1. Apresenta a estatística mensal de acidentes na data prevista para o gestor do contrato e para o SESMT da EMPRESA
2. Apresenta a estatística mensal de aplicação das ferramentas na data prevista
3. Comunica à Gerencia de Contrato as notificações recebidas do Ministério do trabalho
D – EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVO
1. Fornece EPI de qualidade e adequado aos riscos a todos os empregados?
2. Possui ficha individual de EPI que comprova a entrega e o treinamento?
3. Obriga, cobra e fiscaliza o uso dos EPI e possui documentos que comprovam a ação?
4. Possui lugar adequado para que os empregados possam guardar seus  EPI
Regra de ouro de segurança e saúde no trabalho
Realização de diálogo de segurança e sude
E – TREINAMENTO DE PESSOAL
1. Realiza o treinamento básico de SSO para os seus empregados?
2. Realiza os treinamentos específicos de cada atividade para os seus empregados?
F – PROGRAMAS DE PREVENÇÃO PREVISTOS NAS NR – PGR
1. O documento foi elaborado completo - documento base, levantamentos e cronograma de ações – e foi apresentado e aprovado pela EMPRESA?
2. O cronograma de ações está sendo cumprido?
Preparação para realização de atividades de trabalho
G – APLICAÇÃO DO PROGRAMA DE SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL
1. Está sendo feito o levantamento dos perigos e classificação dos riscos conforme o procedimento de segurança e saúde?
2. São realizadas as Análise Preliminar de Tarefas, conforme o procedimento de segurança e saúde?
3. Estão sendo realizadas as inspeções de SSO, conforme o procedimento de segurança e saúde?
4. Trabalhos especiais ou em condições especiais somente são realizados conforme o procedimento de segurança e saúde? (incluídos os trabalhos em altura).
5. Todos os acidentes e quase acidentes são comunicados, analisados e investigados, o procedimento de segurança e saúde?
6. Estão sendo providenciadas as medidas corretivas indicadas nas análises dos acidentes e quase acidentes?
7. As ocorrências de SSO estão sendo comunicadas o procedimento de segurança e saúde?
8. Os Diálogos de SSO estão sendo realizados o procedimento de segurança e saúde?
9. Estão sendo calculados e informados os Indicadores de SSO conforme PRO 0014 DECG
H – DESEMPENHO EM SAÚDE OCUPACIONAL
1. O PCMSO foi elaborado completo, conforme NR 7, e foi apresentado e aprovado pela 
EMPRESA.
2. Os exames médicos estão sendo realizados conforme previsto no PCMSO?
3. As ações de controle previstas no PCMSO estão sendo providenciadas?
4. O relatório anual do PCMSO foi emitido?
I – CONDIÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO DO LOCAL E INSTALAÇÕES
As instalações sanitárias atendem às exigências da legislação
O local destinado às refeições é adequado?
PARECER E CONCLUSÃO:   RECOMENDAÇÕES PARA MELHORIAS;  LOCAL E DATA:  IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURAS.
Como realizar a Avaliação da analise preliminar de riscos?

Como será a confirmação do bloqueio?

O profissional solicitante deve: Efetuar teste local, tentando acionar o equipamento, para equipamentos elétricos, o responsável pelos serviços, ou profissional solicitante, ao chegar no local, após ter colocado o cartão de bloqueio, deve tentar funcionar o equipamento antes de dar início às atividades, certificando-se, desse modo, do bloqueio eficaz do equipamento, seguindo os seguintes passos: 
Solicitar ao operador da sala de controle para passar, ou providenciar, o comando do equipamento “bloqueado” para o local, no sistema de controle; Confirmar com o operador da sala de controle se o equipamento solicitado está sinalizando existência de bloqueio elétrico e, em se tratando de equipamento com chave de permissão pronto para partir, PPP, no campo, confirmar se o mesmo está ou não, com permissão para rodar do local; 
Ao ser confirmado pelo operador da sala de controle da usina que o equipamento esta sinalizando a existência do bloqueio e que o mesmo já está para o local, dar prosseguimento aos testes, caso contrario, retornar com a solicitação para o profissional autorizado informando-lhe do ocorrido e solicitar-lhe para rever/refazer o bloqueio; 
Acionar a permissão local, se existente no equipamento “bloqueado”, utilizando a chave apropriada ; Acionar o botão liga – verde e efetuar o teste ao lado do equipamento na presença dos envolvidos; Caso o equipamento não entre em funcionamento nos próximos 20 segundos, acionar o botão desliga (vermelho), confirmando assim o bloqueio efetivo. 
Caso existam outros dispositivos de proteção, estes também deverão ser acionados; Só então, o responsável pela execução do serviço, ou profissional solicitante, após o teste local efetuado, deve entregar o canhoto para os demais membros da equipe, que conferirão se o número do equipamento descrito na O.S. confere com o número do equipamento bloqueado descrito no canhoto, assinarão em seu verso, ficando cientes que o equipamento está bloqueado e que podem iniciar a execução da tarefa. Desta forma o verso do cartão de bloqueio deve constar a assinatura de todos os demais membros da equipe executante do serviço; 
Confirmar através de todos os indicadores locais disponíveis, a ausência de energia, tais como voltímetros, lâmpadas sinalizadoras, manômetros etc; No caso de serviços elétricos, deve-se confirmar o desligamento através dos aparelhos de detecção e medição apropriados (o ideal é conferir através de mais de uma maneira); Em caso de dúvidas ou confirmação de presença de qualquer fonte de energia, mesmo que residual, deve-se refazer todas as etapas antes de iniciar os serviços.

Segurança do trabalho, O que pode causar um acidente ferroviário?

A segurança do trabalho em operações ferroviárias de carga é fundamental para prevenir acidentes e proteger a integridade dos trabalhadores e da comunidade. Diversas medidas podem ser implementadas para minimizar riscos e assegurar um ambiente de trabalho seguro: 1. Manutenção Regular e Monitoramento em Tempo Real. 
Realizar inspeções periódicas e manutenções preventivas nas locomotivas, vagões e trilhos é essencial para identificar e corrigir possíveis falhas antes que causem acidentes. A implementação de tecnologias de monitoramento em tempo real permite a supervisão contínua das condições dos componentes ferroviários, possibilitando ações corretivas imediatas quando necessário.

Treinamento e Capacitação dos Trabalhadores: Oferecer treinamentos regulares aos funcionários sobre procedimentos operacionais, uso correto de equipamentos e protocolos de segurança é vital. Isso inclui a conscientização sobre riscos psicossociais, como estresse e trauma, que podem afetar o desempenho e a segurança. Uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Garantir que todos os trabalhadores utilizem EPIs adequados, como capacetes com jugular, protetores auriculares, óculos de proteção, luvas, perneiras, coletes refletivos e botas com biqueira e solado antiderrapante, é crucial para a proteção pessoal durante as operações. 4. Implementação de Sistemas Anticolisão e Antidesvio:Adotar tecnologias avançadas, como sistemas de controle de velocidade automática e detecção de objetos na via, ajuda a prevenir colisões entre trens e descarrilamentos causados por obstáculos nos trilhos. 5. Campanhas de Conscientização e Educação Continuada: Promover campanhas educativas voltadas tanto para os trabalhadores quanto para a comunidade é fundamental para disseminar práticas seguras e reduzir comportamentos de risco próximos às ferrovias. 

6. Sinalização Adequada e Procedimentos de Segurança: Manter uma sinalização clara e visível nas áreas operacionais e garantir que os procedimentos de segurança sejam seguidos rigorosamente contribui para a prevenção de acidentes. A regra "Pare, Olhe para os dois lados e Escute" deve ser sempre observada ao cruzar linhas férreas. 

Museu Ferroviário de SETE LAGOAS - MG

A implementação dessas medidas, aliada a uma cultura organizacional voltada para a segurança, é essencial para minimizar riscos e assegurar operações ferroviárias de carga mais seguras e eficientes. 

Os perigos mecânicos e requisitos de segurança para serra fita para corte de carnes

Os perigos mecânicos e requisitos de segurança abrangidos se referem ao tipo de máquina, devendo ser realizada uma prévia avaliação de risco da máquina, após a sua instalação, longo período de inatividade ou quando ocorrer mudança do processo operacional, em relação ao trabalhador, para evitar riscos adicionais oriundos do processo e das condições do ambiente de trabalho. São consideradas zonas de perigo, Parte da fita de corte coberta por canaleta regulável deslizante.  alho  - Zonas de perigo da máquina serra de fita Fonte: Norma Técnic. O acesso a zona de perigo 1 deve possuir uma canaleta regulável deslizante, para enclausurar o perímetro da fita serrilhada na região de corte, liberando apenas a área mínima de fita serrilhada para operação. acesso à zona de perigo 2, área de corte da lâmina, deve ser impedido pela aplicação conjunta das seguintes medidas: a) limitar a distância das mãos do(s) operador(es) a no mínimo 20 cm da fita, por todos os lados. Portaria MTb n.º 99, de 08 de fevereiro de 2018). b) não utilizar luvas de malha de aço, anticorte ou de material que possibilite agarramento; c) quando utilizar vestimentas de manga longa na realização da atividade, esta deve ter fechamento no punho;
Adotar medidas para evitar o acesso de terceiros à zona de perigo 2, limitando-se o acesso apenas ao posto de trabalho do(s) operador(es) da máquina. Os cortes que exijam distância , somente podem ser realizados com a utilização de dispositivo que proteja completamente as mãos do(s) operador(es). O dispositivo para proteção, constituído por material resistente ao corte da serra, pode ser do tipo empurrador, anteparo físico ou outras alternativas, conforme exemplos das figuras 2, 3 e 4, que impeçam o contato das mãos com a fita de corte; As soluções alternativas para proteção devem ser projetadas de modo a atingir o nível necessário de segurança previsto neste anexo. 
Quando não for possível limitar o acesso por meio do posicionamento da máquina no ambiente ou da organização dos postos de trabalho, o acesso de terceiros (outras pessoas) à área de corte da lâmina deve estar protegido por meio de proteção fixa ou móvel intertravada, conforme os itens de 12.38 a 12.55 da NR-12. Exemplo de dispositivo para proteção da mão do trabalhador Fonte: Arquivo da subcomissão de máquinas da CNTT da NR-36. Exemplo de dispositivo para proteção da mão do trabalhador.
O acesso à zona de perigo 3, polias inferior e superior e à zona de perigo 4, fita de corte fora da área de corte, deve ser impedido em todas as faces por meio de proteção móvel intertravada. Na zona de perigo 5, mesa de alimentação, quando utilizada a mesa parcialmente deslizante, esta deve ser projetada para impedir qualquer salto ou deslizamento para fora dos trilhos ou da guia. 
O acesso à zona de perigo 6, unidade motriz, deve ser impedido por meio de proteção móvel intertravada ou fixa, conforme os itens 12.38 a 12.55 da NR-12, que impeça o acesso aos movimentos perigosos do sistema motriz durante a operação normal. 1.4.10 A máquina serra de fita com uma altura de corte maior do que 420 mm deve ser dotada de unidade de alimentação e de evacuação não automática, como por exemplo, transportador com cilindros, correia (cinta) transportadora, mesa deslizante, entre outros.  Devem ser adotadas medidas para impedir a passagem de pessoas e materiais no espaço imediatamente atrás do(s) operador(es) de modo a evitar seu deslocamento acidental durante a operação. 
Nas máquinas móveis que possuem rodízios, pelo menos dois deles devem possuir travas. A altura “H”, a partir do solo até a superfície superior da mesa de alimentação deve estar entre 850 mm à 1120 mm. A altura “H” fora do padrão estabelecido no item 1.4.10 deste anexo só pode ser adotada por meio de uma Análise Ergonômica do Trabalho (AET) do posto de trabalho. Os componentes elétricos devem atender ao grau de proteção (IP), de acordo com as normas técnicas oficiais vigentes à época de publicação deste anexo.  Quando utilizado jato de pressão de água para higienização da máquina devem ser adotadas medidas adicionais para proteger componentes elétricos externos. A máquina deve ser equipada com um dispositivo de parada de emergência, de forma que sua disposição permita o acionamento da parada de emergência dentro da área de alcance do operador. O dispositivo de parada de emergência deve atender ao disposto na NR-12.
O sistema de segurança e suas interligações devem atingir no mínimo categoria de segurança. Os operadores da máquina serra de fita devem estar identificados durante seu turno de trabalho. V. Máquina para corte de carcaças de animais de médio e grande porte.  Vide prazo para implementação no art. 3º) 1.5 A máquina para corte de carcaças de animais de médio e grande porte é definida para fins deste anexo como a máquina com discos giratórios utilizados para a segregação de carcaças tais como pernil, carré, sobre paleta ou outros e dotada de esteira transportadora automática.

Notícia Preventiva: Acidente durante intervenção em rede elétrica revelou falhas nos procedimentos de segurança

A rede parecia desligada, mas o perigo continuava presente. O choque elétrico revelou uma falha que poderia ter custado uma vida!”
A chave-faca estava aberta, mas a lâmina continuava energizada. A confiança substituiu a verificação, e o acidente aconteceu!”
Acidente durante intervenção em rede elétrica revelou falhas nos procedimentos de segurança. Uma investigação de acidente de trabalho realizado no Sistema Elétrico de Potência (SEP) identificou falhas na comunicação entre os trabalhadores e na aplicação das medidas de controle de riscos elétricos. A equipe executava serviços de construção e adequação de uma rede de distribuição de energia elétrica quando ocorreu um acidente envolvendo o contato de um trabalhador com uma parte energizada da instalação. O episódio evidenciou a importância do planejamento das atividades, da comunicação eficiente e do cumprimento dos procedimentos de segurança. Trabalhador sofreu choque elétrico ao subir em poste. Durante a execução dos serviços, o encarregado havia orientado um trabalhador a subir no poste para instalar o conjunto de aterramento. Entretanto, o trabalhador interpretou equivocadamente a orientação e entendeu que deveria realizar o rebaixamento da cruzeta. Ao subir na estrutura, o trabalhador tocou com o dedo indicador direito na lâmina energizada de uma chave-faca, recebendo uma descarga elétrica. O acidente provocou queimaduras no dedo indicador direito e na palma da mão esquerda. Conforme as informações registradas, o trabalhador permaneceu consciente após o acidente, e a avaliação médica inicial estimou um período de recuperação entre 7 e 14 dias. Equipamentos de segurança estavam disponíveis, mas não foram utilizados.A investigação constatou que os equipamentos de proteção coletiva necessários à execução segura da atividade estavam disponíveis no caminhão de apoio. 
O trabalhador subiu acreditando que estava seguro. Uma orientação mal compreendida o colocou diante de um risco fatal!”
A eletricidade não perdoou a falta de verificação. O contato com a parte energizada transformou uma atividade rotineira em acidente!”
Entre os equipamentos encontrados estavam o detector de tensão, a vara de manobra, as luvas isolantes e o conjunto de aterramento temporário. Apesar de estarem em condições de uso, esses equipamentos não haviam sido utilizados antes da intervenção. O fato demonstrou que a disponibilidade dos equipamentos, isoladamente, não havia garantido a segurança dos trabalhadores. Outra ocorrência envolveu contato de cabo com rede energizada. O relatório também descreveu uma ocorrência durante a movimentação de um cabo elétrico próximo a uma estrutura da rede de distribuição. Após a abertura de uma chave-faca, um trabalhador movimentou o cabo em desacordo com os procedimentos estabelecidos. Durante a operação, parte do cabo atingiu um condutor energizado de alta tensão, provocando seu rompimento e a emissão de faíscas. Embora não tenham sido registradas vítimas nessa ocorrência, a situação apresentou elevado potencial para provocar acidentes graves ou fatais. Investigação identificou fatores que contribuíram para o acidente. 
“O teste de ausência de tensão não foi realizado. A dúvida que deveria ter sido esclarecida acabou se transformando em acidente!”
A comunicação falhou, o trabalhador interpretou a tarefa de outra maneira e o risco elétrico se tornou realidade!”
A análise das circunstâncias identificou falhas relacionadas à comunicação das instruções, à interpretação das atividades e à ausência de aplicação de medidas essenciais de controle dos riscos elétricos. A investigação também destacou que a rede havia sido considerada desligada sem que fossem executadas todas as verificações necessárias para comprovar sua condição segura. Essa situação expôs os trabalhadores ao risco de contato com partes energizadas e de ocorrência de acidentes por indução ou energização inesperada. Medidas preventivas foram propostas após a investigação. Após a análise dos acontecimentos, a comissão responsável propôs medidas destinadas a evitar a repetição de acidentes semelhantes. Entre as recomendações apresentadas, destacaram-se: 1. Divulgação dos acidentes aos trabalhadores, com esclarecimentos sobre suas causas e consequências. 2. Reforço das orientações de segurança durante as reuniões com as equipes operacionais. 3. Cumprimento dos procedimentos de verificação da ausência de tensão e aterramento temporário. 4. Utilização correta dos equipamentos de proteção individual e coletiva. 5. Melhoria da comunicação entre encarregados e trabalhadores. 6. Recomendação de instalação de placas de advertência nas chaves-faca, alertando sobre a existência de partes energizadas. 7. 
“O trabalhador sobreviveu ao choque elétrico, mas a ocorrência deixou uma advertência: a próxima falha poderia ter consequências fatais!”
“A experiência não substituiu os procedimentos. O excesso de confiança abriu caminho para um acidente que poderia ter sido evitado!”
Reforço do planejamento e da supervisão das intervenções nas redes elétricas. As recomendações tiveram como finalidade fortalecer os procedimentos de segurança e reduzir a possibilidade de novas ocorrências. NR-10 estabeleceu a referência para análise das medidas de controle. A investigação considerou a importância dos procedimentos de segurança previstos na Norma Regulamentadora nº 10, especialmente quanto à desenergização, à constatação da ausência de tensão e à instalação do aterramento temporário. A ocorrência demonstrou que o desligamento de um circuito não havia sido suficiente para garantir a segurança da intervenção.  Também evidenciou que a ausência de verificações e de medidas de proteção havia aumentado significativamente a exposição dos trabalhadores aos riscos elétricos. O acidente aconteceu em poucos segundos, mas suas causas começaram antes da execução da atividade. A comunicação falhou, os procedimentos não foram integralmente cumpridos e os equipamentos de proteção disponíveis não foram utilizados. A ocorrência deixou uma lição importante: no Sistema Elétrico de Potência, a segurança nunca poderia ter sido baseada em suposições. Conclusão: A investigação demonstrou que os acidentes envolvendo eletricidade poderiam ter consequências graves mesmo quando as lesões registradas fossem consideradas de menor gravidade. As ocorrências analisadas reforçaram a importância da comunicação clara, do planejamento, da supervisão e da aplicação rigorosa das medidas de controle dos riscos elétricos. O acidente deixou uma lição: a prevenção deveria ter começado antes da execução do serviço. 
“A equipe tinha equipamentos, orientações e procedimentos. O acidente mostrou o que aconteceu quando as barreiras de segurança não foram aplicadas!”
“O acidente deixou marcas nas mãos do trabalhador e uma lição para toda a equipe: no Sistema Elétrico de Potência, presumir que não havia tensão foi um erro perigoso!”

Josué dos Reis Rita\ Técnico de Segurança do Trabalho\ Reg.: M.T.E – MG-010349-7

O PERIGO ESTÁ NA DESORGANIZAÇÃO: A FALTA DE LIMPEZA NO AMBIENTE DE TRABALHO PODE CUSTAR VIDAS!”

ACIDENTES NÃO ACONTECEM POR ACASO: A DESORGANIZAÇÃO PODE SER O PRIMEIRO PASSO PARA UMA TRAGÉDIA!
O ACIDENTE COMEÇA ANTES DA QUEDA: OS PERIGOS ESCONDIDOS NA DESORGANIZAÇÃO!
Organização, arrumação e limpeza: atitudes simples que podem evitar acidentes graves no ambiente de trabalho. Segurança começa com a organização! Ambientes desorganizados, materiais espalhados e acessos obstruídos representam riscos que podem comprometer a integridade física dos trabalhadores. Saúde e Segurança do Trabalho. A organização, a arrumação e a limpeza nos ambientes de trabalho são medidas fundamentais para a prevenção de acidentes e a preservação da saúde dos colaboradores. Em canteiros de obras, indústrias, oficinas, almoxarifados e frentes operacionais, a falta de organização pode provocar tropeções, escorregamentos, quedas de materiais, incêndios e outras ocorrências graves. Por esse motivo, manter o ambiente organizado não deve ser considerado apenas uma questão de aparência, mas uma responsabilidade coletiva e uma prática indispensável de segurança. Atenção aos riscos presentes no ambiente de trabalho Ferramentas abandonadas, resíduos acumulados, materiais armazenados incorretamente, cabos elétricos espalhados e derramamentos de líquidos são exemplos de condições que exigem ações preventivas imediatas. 
UM SIMPLES OBSTÁCULO, UMA GRAVE CONSEQUÊNCIA: ORGANIZAÇÃO TAMBÉM SALVA VIDAS!

Um ambiente desorganizado pode esconder o próximo acidente.

Passarelas, escadas, rotas de fuga, saídas de emergência e equipamentos de combate a incêndio devem permanecer livres de obstáculos, garantindo a circulação segura e o atendimento a possíveis emergências. Inspeções diárias ajudam a prevenir acidentes A realização de inspeções periódicas, incluindo verificações diárias das condições de organização e limpeza, permite identificar irregularidades antes que elas provoquem acidentes. Entre as principais recomendações preventivas estão: - Manter ferramentas e materiais em locais apropriados. - Retirar resíduos e sucatas das frentes de trabalho. - Garantir acessos e saídas de emergência desobstruídos. - Armazenar materiais de maneira segura, evitando tombamentos. - Corrigir imediatamente derramamentos e condições escorregadias. - Realizar a segregação e o descarte adequado dos resíduos. - Comunicar irregularidades à liderança e à equipe de Segurança do Trabalho. 
prevenção exige comprometimento da liderança

O TST desempenha um papel importante na orientação dos colaboradores, na identificação de perigos

Atividades podem ser paralisadas diante de condições inseguras Quando as condições de organização e limpeza representarem riscos à integridade física dos trabalhadores, as atividades devem ser interrompidas conforme os procedimentos de segurança aplicáveis, até que as irregularidades sejam corrigidas. A prevenção exige comprometimento da liderança, fiscalização das condições de trabalho e participação ativa de todos os colaboradores. O papel do Técnico de Segurança do Trabalho O Técnico de Segurança do Trabalho desempenha um papel importante na orientação dos colaboradores, na identificação de perigos, no acompanhamento das inspeções e na recomendação de medidas corretivas. Entretanto, a segurança não depende exclusivamente desse profissional. 
Garantir acessos e saídas de emergência desobstruídos.

realização de inspeções periódicas,

Cada trabalhador deve contribuir para manter o ambiente organizado e comunicar situações que possam provocar acidentes. Reflexão preventiva  Um ambiente desorganizado pode esconder o próximo acidente. Organização e limpeza não são tarefas secundárias: são atitudes de responsabilidade, respeito à vida e compromisso com a segurança de todos!  Conclusão A prevenção começa antes da execução das atividades. Manter os ambientes limpos, organizados e livres de obstáculos reduz a exposição a riscos e contribui para operações mais seguras. Segurança do Trabalho: prevenir acidentes é uma responsabilidade de todos! 
organização, a arrumação e a limpeza nos ambientes de trabalho são medidas fundamentais para a prevenção de acidentes

Cada trabalhador deve contribuir para manter o ambiente organizado

**Josué dos Reis Rita**\ Técnico de Segurança do Trabalho\ Reg.: M.T.E – MG-010349-7 

ALERTA DE SEGURANÇA | Como devem ser realizadas as inspeções de segurança?

JOSUE DOS REIS RITA
Evite movimentos bruscos: realize a movimentação de forma controlada e sinalizada
Na movimentação de chapas de rochas ornamentais, identificar falhas antes da operação é essencial para prevenir acidentes. A inspeção precisa resultar em correções e acompanhamento. O Anexo I da NR-11 determina que as inspeções rotineiras e manutenções sejam executadas por profissional capacitado ou qualificado. A empresa deve manter registros das inspeções periódicas e manutenções. Também exige relatório anual de inspeção, elaborado por profissional legalmente habilitado, com ART recolhida. :chatgpt-content-reference{index="0"} **O que verificar na prática?
Utilize acessórios adequados: confira cintas, correntes, lingas e pontos de içamento.
Comunique irregularidades: interrompa a operação diante de falhas ou condições inseguras.
Como roteiro preventivo, a equipe deve observar: - **Equipamentos e acessórios:** condições de cabos de aço, cintas, correntes, ganchos, manilhas, ventosas e garras, respeitando os critérios de descarte aplicáveis. - **Capacidade e estabilidade:** compatibilidade entre carga, equipamento, acessórios e pontos de sustentação. - **Área de trabalho:** isolamento, sinalização, organização e condições de armazenamento. - **Dispositivos de segurança:** integridade das proteções e funcionamento conforme o manual do fabricante. Esses pontos devem compor uma lista de verificação específica para cada equipamento e operação. 
JOSUE DOS REIS RITA
Nenhuma carga é mais importante que a segurança!”
Encontrada uma falha que comprometa a segurança, a orientação preventiva é suspender o uso, comunicar o responsável e providenciar a correção antes da retomada. Para facilitar o acompanhamento, recomenda-se registrar data, equipamento, irregularidades, providências, responsáveis e conclusão das correções. **Atenção à capacitação:** as 16 horas mencionadas no conteúdo correspondem ao Módulo III, com oito horas teóricas e oito práticas. A formação prevista no item 5.7 reúne três módulos, totalizando 36 horas. Inspecionar é agir antes que uma falha se transforme em acidente.** Josué dos Reis Rita | Técnico de Segurança do Trabalho | Reg.: M.T.E – MG-010349-7
Respeite a capacidade de carga: nunca ultrapasse os limites estabelecidos pelo fabricante
Operar uma ponte rolante exige atenção, responsabilidade e compromisso com a vida.

Colaboradores são retirados das áreas de detonação para evitar o risco de acidentes

As organizações abrangidas pelo Anexo I da NR-19 devem manter o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) acompanhado de registros que apoiem a prevenção de acidentes. As exigências integram as regras de segurança para a indústria e o comércio de fogos de artifício e outros artefatos pirotécnicos. Entre os documentos exigidos estão relatórios de investigação de acidentes e incidentes desde a última revisão, monitoramentos de exposição a agentes ambientais e estatísticas de acidentes e danos à saúde relacionados ao trabalho.  A documentação deve apresentar datas de elaboração e revisão e assinatura do responsável legal. O inventário de riscos ocupacionais deve ser atualizado, com revisões previstas pelo menos anualmente ou sempre que houver necessidade de alterar suas informações. 
A assinatura deve ser conjunta entre profissional qualificado em Segurança no Trabalho e Responsável Técnico da organização. Também são exigidos inventário dos produtos utilizados ou fabricados, incluindo resíduos, planos de manutenção preventiva e procedimentos seguros para as operações com explosivos. O plano de emergência deve reunir informações das instalações, equipamentos de combate a incêndio, atribuições da brigada, registros de treinamentos e simulados anuais, além da comunicação com bombeiros e autoridades. **Prevenir é transformar os riscos identificados em ações concretas de proteção à vida. 
Comportamento dos colaboradores antes da detonação – NR-22 Antes de qualquer detonação em atividades de mineração, todos os colaboradores devem seguir rigorosamente as orientações de segurança. - Interromper as atividades e retirar-se da área de risco. - Respeitar o isolamento e a sinalização da área de detonação. - Dirigir-se ao local seguro definido no plano de fogo. - Obedecer aos sinais sonoros e às orientações da equipe responsável. - Não retornar à área sem autorização expressa do responsável pela detonação. - Comunicar imediatamente qualquer presença de pessoas ou situação de risco na área isolada. Antes da detonação, a segurança começa com o comportamento de cada trabalhador. Respeitar o isolamento, atender aos alertas e aguardar a liberação da área é preservar vidas!
” Josué dos Reis Rita | Técnico de Segurança do Trabalho | Reg.: M.T.E – MG-010349-7

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

Quais os métodos de prevenção de riscos de acidentes em atividades sobrepostas?


Parece brincadeira, mas algumas pessoas mão conhecem este termo de trabalho sobreposto. Mas o prevencionista está alinhado. Existe e é perigoso! Trabalhos sobrepostos são aqueles em que um determinado grupo de trabalhadores está exposto a riscos gerados por outra atividade de risco que está sendo executada na proximidade ou no mesmo local. Ex: risco de queda de materiais causados por trabalho em altura com outras pessoas em atividade no piso inferior; risco de atropelamento causado por máquinas operando próximas de pessoas; risco de acidentes causados durante o processo de comissionamento ou com pessoas nas áreas de riscos, etc.
18.4.6.1 As tarefas a serem executadas mediante a adoção de soluções alternativas devem estar expressamente previstas em procedimentos de segurança do trabalho a descrição dos equipamentos e das medidas de proteção coletiva a serem implementadas;
As  devem utilizar os meios necessários para evitar ou conter quedas tanto de pessoas quanto de peças, objetos, ferramentas ou equipamentos durante a realização de trabalhos sobrepostos, tais como, isolamento de área, fechamento de aberturas no piso, construção de assoalho, marquises, alarme sonoro de equipamentos de movimentação de materiais tipo elevadores, gruas, guinchos, etc. As empresas devem providenciar aos seus empregados caixas de ferramentas manuais apropriadas e adequadas para o transporte das mesmas quando da realização de trabalhos sobrepostos. 
Quando um trabalho inviabilizar outro trabalho em nível inferior por qualquer motivo, inclusive segurança, a prioridade deverá ser estabelecida pela gerenciadora, que é a autoridade para esta finalidade. Em nenhuma hipótese o pessoal de segurança será responsabilizado pela eventual interrupção do trabalho, nem qualquer indenização ou pagamento pelo trabalho não realizado será pleiteado em função dessa condição as possíveis interferências que podem ocorrer durante as atividades.  
18.4.6.1 As tarefas a serem executadas mediante a adoção de soluções alternativas devem estar expressamente previstas em procedimentos de segurança do trabalho, nos quais devem constar: a descrição de uso e a indicação de procedimentos quanto aos Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) e EPI, conforme as etapas das tarefas a serem realizadas;
SEMAE de Ouro Preto - ( MG )
Cuidados especiais deverão ser adotados nos trabalhos em altura e no uso de plataformas elevatórias. B) barreiras ou anteparos. Deverão ser instalados visando a segregação dos riscos. c) segregação de pessoas e máquinas, pessoas e equipamentos, pessoas e atividades críticas. Deverá ser instalada visando alertar os trabalhadores quanto aos riscos. d) coberturas ou redes de proteção. Deverão ser instaladas em locais onde houver necessidade de trabalhos em pisos diferentes com risco de queda de materiais. O modelo e diâmetro das telas de proteção deverão estar contempladas na APR. e) tapumes e biombos deverão ser instalados para proteger as pessoas do risco de projeção de partículas, fagulhas e outros. 
18.4.6.2 As tarefas envolvendo soluções alternativas somente devem ser iniciadas com autorização especial, precedida de análise de risco e permissão de trabalho, que contemple os treinamentos, os procedimentos operacionais, os materiais, as ferramentas e outros dispositivos necessários à execução segura da tarefa.
O fornecedor de serviços deverá possuir equipe exclusiva para a organização e arrumação das frentes de serviços, conforme procedimento específico. Quando as ações não forem suficientes para o controle dos riscos em atividades sobrepostas, ações como mudanças de horários e revezamentos entre as equipes de execução das atividades deverão ser adotadas sempre em consenso com as partes envolvidas. No caso do risco não estar controlado, a atividade deverá ser paralisada imediatamente até que ações corretivas sejam adotadas. Deverão ser adotadas ações de comunicação (campanhas, sinalização através de placas, dds, divulgação desinformações contidas nas apr´s) com o intuito de divulgação dos riscos nas atividades sobrepostas. bloqueio de fontes de energia diversas. Nas atividades em altura será obrigatória a amarração das ferramentas e o uso de porta ferramentas prevenindo quedas das mesmas no piso inferior. g) Os andaimes deverão ser fiscalizados diariamente com foco em acessos, aberturas de piso, rodapés e guarda-corpos. 
Continuamente deverão ser realizadas monitoramento dos desvios através de inspeções de segurança, blitz de segurança, inspeções gerenciais. Equipamentos de proteção individual: a) capacete com jugular; b) botina; c) óculos de segurança; d) protetor auricular (caso necessário); e) cinto de segurança tipo pára-quedista talabarte em “y” com dupla trava, caso necessário.  Para controle de riscos devem ser realizadas: a) inspeções de segurança; b) blitz de segurança; c) inspeções gerenciais; d) avaliação de organização e limpeza.

Qual o tipo de preparação de áreas seguras nos ambientes de trabalho?

È impossível eliminar todos os riscos à nossa volta nas frentes de serviço. O melhor que podemos fazer é eliminar alguns e minimizar o máximo possível outros. Uma pessoa que tenha que dirigir em estradas asfaltadas e escorregadias em dias chuvosos, não pode eliminar os riscos devidos à tração deficiente ou a má visibilidade, mas pode minimizá-los. Eis aqui um outro exemplo comum: Uma escada numa residência de dois andares é essencial, por razões óbvias. 
Atividade de troca de cruzetas de fibra
Quais os riscos de queda nas atividades de troca de cruzetas
Muitas pessoas morrem ou ficam feridas todos os anos em acidentes em escadas. Naturalmente a escada não pode ser eliminada, mas os riscos podem ser minimizados.Para tanto providenciamos corrimão na altura recomendada, pisos aderentes, inclinação, quantidade de degrau recomendado, espaçamento entre degraus e altura dos degraus dentro das normas e iluminação apropriada. Além disto, devemos treinar as crianças para usar escadas com segurança, subir e descer um degrau de cada vez, usar o corrimão e não correr. Agora esta escada pode ser usada com segurança relativa. Suas condições de riscos foram minimizadas e a conscientização através do treinamento apropriado às crianças deve eliminar os atos inseguros. 
Vejamos como estes princípios se aplicam em nosso trabalho. Suponha que temos um projeto que exija de nós reparos em instalações subterrâneas num cruzamento de rua movimentado. A quebra do asfalto e a abertura de um buraco certamente apresentam muitos riscos que não podem ser eliminados. Como nosso trabalho irá interferir no tráfego de veículos e pedestres, temos de iniciar definindo nossa área de trabalho. Os motoristas devem ser alertados antecipadamente de que há um grupo de pessoas executando um trabalho à frente.
Quais os riscos na utilização de escada manual?
Qual a melhor estratégia para realização de atividades de trabalho?
Como não podemos eliminar os riscos do tráfego, o melhor que podemos fazer é torná-lo mais lento. Reduzir a velocidade contínua dos veículos não apenas permite a continuidade do trabalho e melhora a segurança, como também melhora as boas relações com os vizinhos. Após estabelecermos um padrão seguro para o tráfego, após termos criado proteção aos pedestres naquele local, ainda assim teremos de lidar com os riscos envolvidos na tarefa. Muitos dos riscos com os quais defrontamos podem ser eliminados, outros podem ser minimizados. 
A utilização de equipamentos como o capacete, luvas, óculos de segurança, protetores faciais, máscaras, enfim, aqueles equipamentos dimensionados pela segurança como importantes para sua proteção, eliminarão os outros riscos nesta atividade. Porém, todo o aparato de proteção existente não impedirá atos inseguros daqueles que querem desafiar a própria segurança. Cada um de nós é responsável por seu próprio desempenho na segurança do trabalho.