Entre as medidas clássicas de prevenção e controle estão: VACINAÇÃO: a manutenção de níveis adequados de cobertura vacinal da população, especificamente crianças, idosos, pessoas portadoras de úlceras crônicas nas pernas e mal perfurante plantar decorrente de hanseníase. Todos os trabalhadores inseridos em atividades de maior risco, tais como agricultores e operários da construção civil, trabalhadores em saneamento e coleta de lixo e mineração devem ser vacinados;
PROFILAXIA: em relação à necessidade de imunização ativa e passiva em pacientes com ferimentos suspeitos, deve-se avaliar
a história de imunização prévia e o tipo de ferimento. São focos, em potencial, de contaminação pelo bacilo:
ferimentos de qualquer natureza contaminados por poeira, terra, fezes de animais ou humanas; fraturas expostas,
com tecidos dilacerados e corpos estranhos; queimaduras; mordeduras de animais peçonhentos, de cães,
animais silvestres e arranhaduras de gato.
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| Trabalhador pergunta ao técnico de segurança quais os riscos ao adentrar em água contaminada e contrair o TETANO ? |
Todo ferimento suspeito deve ser limpo com água e sabão, além de
ser debridado amplamente. Deve ser ressaltado que o uso de penicilina benzatina, na profilaxia do tétano
acidental, não é eficaz.
Recomenda-se a verificação da adequação e cumprimento, pelo empregador, das medidas de controle dos
fatores de risco ocupacionais e promoção da saúde identificados no PPRA (NR 9) e PCMSO (NR 7),
além de outros
regulamentos – sanitários e ambientais – existentes nos estados e municípios.
Aos trabalhadores expostos devem ser garantidos: condições de trabalho adequadas; orientação quanto ao risco e às medidas de prevenção; vacinação; facilidades para a higiene pessoal (chuveiros, lavatórios); equipamentos de proteção individual (vestuário limpo, luvas, botas, proteção para a cabeça, etc.).



