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domingo, 21 de dezembro de 2025

Durante a jornada laboral as portas dos pavilhões de trabalho devem ser mantidas totalmente abertas para fora

Em uma fábrica de explosivos localizada no interior de Minas Gerais, a segurança sempre foi tratada como prioridade. Todos os dias, antes do início das atividades, os trabalhadores se reuniam para o DDS — Diálogo Diário de Segurança — conduzido pelo técnico responsável, Josué dos Reis Rita.
Nos pavilhões de trabalho, os Procedimentos Operacionais estavam afixados em locais visíveis, conforme exigem as NRs. Cada trabalhador sabia exatamente como executar sua função de forma segura. O Responsável Técnico acompanhava diariamente a quantidade máxima de explosivos permitida em cada setor e controlava o número de trabalhadores presentes no ambiente. 
Certo dia, um novo colaborador entrou no pavilhão carregando um isqueiro no bolso. Antes mesmo de iniciar a atividade, foi orientado pela equipe de segurança sobre a proibição de qualquer fonte de ignição próxima aos explosivos. Ele compreendeu que uma simples faísca poderia provocar um acidente grave. As ferramentas utilizadas eram de aço inoxidável, evitando a geração de centelhas durante o manuseio dos materiais.
Durante a jornada, as portas dos pavilhões permaneciam totalmente abertas, facilitando a circulação do ar e garantindo rota de fuga rápida em caso de emergência. A empresa também seguia rigorosamente a Norma Regulamentadora NR-17, permitindo que os trabalhadores alternassem entre as posições sentada e em pé. Próximo aos postos de trabalho havia assentos para descanso, respeitando as pausas obrigatórias a cada duas horas.
No setor de armazenamento, os depósitos eram monitorados diariamente. A temperatura e a umidade do ar eram registradas em planilhas, garantindo condições adequadas para evitar riscos de instabilidade dos explosivos. Reservatórios de água estavam distribuídos estrategicamente para limpeza, controle de poeira e resposta rápida em situações de emergência.
Graças ao cumprimento rigoroso das Normas Regulamentadoras, a fábrica tornou-se referência em prevenção de acidentes. Os trabalhadores entenderam que segurança não era apenas uma obrigação legal, mas um compromisso com a vida.