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sábado, 13 de julho de 2024

Quais osTipos de Proteção em areas classificadas em instalações elétricas?

São várias as técnicas utilizadas para adequar os equipamentos, de forma que possam e-xercer as suas funções em uma ou outra área classificada. Naturalmente que os invólucros devem levar em consideração as funções de cada dispositivo elétrico, o que ele produz, em condições normais e suas potencialidades em condições anormais de operação. Ex-d. Chamado à prova de explosão, é a técnica mais freqüentemente encontrada. Sua aplicação de acordo com o art. 500 do NEC, a torna dispendiosa, são invólucros robustos, exigem acessórios e técnicas onerosas para montagem. 
Pode ser apli-cada em zonas 1 e 2 - Ref.: NBR 5363. Ex-p.Consiste na pressurização ou na diluição contínua, é utilizada em pontos especiais como em grandes motores, painéis elétricos e instrumentação. Normalmente se u-tiliza o ar e eventualmente um gás inerte, com pressão positiva de forma a impedir a penetração de mistura explosiva. A pressão positiva deve ser supervisionada de forma a cortar o suprimento no caso de queda da pressão ou interrupção do fluxo de gás. Exigem purga prévia antes da energização. - Ref.: NBR 5420. Ex-e. Consiste em um melhoramento dos invólucros, é chamado de segurança aumen-tada, permite instalações econômicas, não é aplicável para qualquer equipamento, mas apenas para aqueles que não produzem faíscas, arcos ou temperaturas supe-riores à da classe exigida pelo ambiente. Aplicações típicas são as caixas para borners, caixas de passagem, transformadores, luminárias, motores de gaiola, so-lenóides e dispositivos de instrumentação. Pode ser usado em zonas 1 e 2. - Ref.: NBR 9883.

Ex-i. Chamado de segurança intrínseca, tem sido muito empregado em instrumentação, usado em zonas 1 e 2 e até mesmo em zona O Consiste em utilizar sistemas que envolvam quantidades de energia tão pequenas que sejam incapazes de produzir arcos ou faíscas que poderiam provocar a ignição da atmosfera explosiva Ref.:NBR 9518: 8447: 8446. Ex-o.Imersão em óleo, raramente encontrada, pode ser utilizada em zonas 1 e 2. Ref.: NBR-8602. Ex-q. Enchimento com areia, aplicado em capacitores e fontes, pode ser usado em zo-nas 1 e 2. Não há NBR para esse método. Ex-m. Encapsulamento em resinas, ainda não normatizado. Ex-h. Herméticamente selado, ainda não normatizado. Ex-n. Não incendivo ainda não normatizado. Ex-s. Especial - 
Não se trata de um método, mas identifica equipamentos elétricos que através de associação de medidas, garantem um nível de proteção igual aos equi-pamentos construídos segundo as normas existentes. Dependem de certificação de equivalência emitida por laboratório credenciado. Outras Considerações: Aterramento: Da mesma forma que para as instalações elétricas em geral, devem ser previstos conduto-res de proteção e equipotencialidade para garantir a segurança das pessoas contra os con-tatos indiretos. Especial atenção para a os locais de ligação ao sistema de proteção e para as ligações dos sistemas de proteção por segurança intrínseca. Separação de condutores: Especial atenção para os circuitos de segurança intrínseca que deverão ser segregados de outros circuitos para evitar energias residuais (capacitor). Ferramental de trabalho em áreas classificadas. 
Em áreas classificadas, não deve ser utilizado equipamento capaz de gerar faíscas, como é o caso de quase todos os eletros portáteis (furadeira, serra elétrica, martelete e outros dis-positivos com motor de escova ou com dispositivo de partida por enrolamento auxiliar e au-tomático). Ferramentas de impacto mesmo as pneumáticas podem produzir faíscas em pedra, ferro ou similar. Ferramentas manuais podem gerar faíscas, na queda, ao resvalar ou mesmo por impactos, para tanto existem ligas (cobre-berilo) e outras de latão, que não produzem faíscas.