Os principais RISCO são: Queda do executante e choque elétrico.
Antes da execução da tarefa, deve-se realizar seu planejamento, identificando e analisando demais riscos, eliminando-os ou aplicando seus respectivos controles e/ou tomando providências cabíveis, conforme procedimentos específicos.
Inspecionar a linha verificando a sanidade dos condutores, postes, cruzetas e demais partes, antes de iniciar a tarefa. Atualmente a NR 11 é dividida em vários ramos de trabalho, sendo utilizado uma máquina e/ou equipamento diferente conforme cada tipo de carga e ambiente de trabalho.
A atividade não pode ser executada sem a presença de um elemento supervisor posicionado no meio do vão, em local que possa visualizar toda a tarefa, com comunicação adequada com o encarregado e com os executores.
Em casos de alimentadores mais antigos, quando não se dispõe do projeto de construção do alimentador e valores de tração dos condutores, não é aconselhável utilizar dinamômetro para calibrar a tração desses
condutores, já que os valores de tração do projeto inicial não são mais adequados para uma manutenção.
Como segurança adicional, deve-se passar uma corda no meio do vão do condutor que está sendo manutencionado, de forma que um elemento posicionado no solo, usando luvas de borracha isolante para
MT, possa controlar a subida do condutor e evitar que ele atinja altura indesejada. Porém, essa corda tem que ser isolante, estar limpa e seca, além de estar sob controle de testes dielétricos estabelecidos para a finalidade
Na execução da tarefa devemos fazer o ASTA nos dois vãos adjacentes ao vão onde se vai trabalhar.
| Proteção contra choque elétrico; |
Se as estruturas possuírem
chaves de faca, mantê-las fechadas, e no caso da presença de chaves fusíveis, fazer o aterramento da MT nos condutores no lado do vão a ser trabalhado; no caso do condutor partido e com as duas pontas caídas no solo, jampear essas duas extremidades do condutor utilizando bastão de manobras e luvas isolantes para MT, de forma a manter contínuo o circuito elétrico;retirar o DRA – Dispositivo de Religamento Automático da linha de transmissão, em dispositivo adequado;
no solo, usando luvas de borracha isolante para MT, retirar parte (cerca de 50 centímetros de comprimento) em cada uma das extremidades do condutor partido para eliminar possíveis danos provenientes da ruptura (curto circuito, recozimento, espiras soltas etc);
acrescentar numa das pontas do condutor um pedaço de cabo com comprimento igual à somatória dos pedaços retirados, mais uma sobra de cerca de 1,00 metro de comprimento, para facilitar o reencabeçamento na estrutura;
fazer as emendas do condutor no solo, sobre lona; no caso de condutor partido, mas que não seja possível fazer a emenda no solo, soltar (se
necessário, cortar) o trecho menor do condutor e acrescentar um pedaço de condutor com comprimento suficiente para poder fazer a emenda não no solo, mas no alto de uma das estruturas, onde, também, será feito o encabeçamento ; após as emenda do condutor, retirar o baipas, deixando o aterramento temporário do condutor pelo menos numa das estruturas adjacentes; tensionar (tirar a bamba) do condutor com o moitão;
após tirar a “bamba” do condutor, substituir o moitão pela catraca de corrente; tensionar o condutor determinando a flecha adequada visualmente, tomando como referência o condutor neutro e os outros condutores fase da MT, observando a distância entre os condutores da linha de transmissão e os condutores da rede de MT ora trabalhada; encabeçar o condutor na estrutura, fazer a nova emenda e o novo jampe, se for o caso;
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| Advertir quanto aos riscos existentes, tais como queda de materiais e pessoas e o choque elétrico; |
descer e retirar os conjuntos de aterramento temporário e carretilha dupla ação; reenergizar a MT e providenciar a colocação do DRA da linha de transmissão em funcionamento; as ferramentas e materiais utilizados deverão ser: luvas de borracha isolante para MT e luvas de couro de proteção; bastão de manobra com cabeçote de aterramento, carretilha dupla ação, 2 conjuntos de aterramento temporário completos (com dois conjuntos sela); material para emenda de condutores, ferramentas de uso individual e coletivo, demais EPI e EPC; além dos EPIs, EPCs, ferramentas e materiais necessários à execução da tarefa e não citados acima deverão ser listados por ocasião da preparação para a execução da tarefa.


