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sábado, 22 de agosto de 2020

Qual a forma de Controle de riscos de acidentes com as movimentações de carga?

Ao levantar ou abaixar a carga, é necessário assegurar que seja utilizado um código de sinais reconhecido e entendido por todos os envolvidos. Não haja nada que impeça o livre movimento da carga (por exemplo: parafusos ou juntas segurando a carga). Não haja obstáculos, como cabos ou tubos, que possam ser abalroados, e haja altura suficiente para o levantamento. Todas as pessoas envolvidas na operação possam se ver e se comunicar. Todo pessoal esteja afastado da carga, caso contrário, cuidados especiais devem ser tomados quando se der início ao levantamento e ao controle dos movimentos da carga. A carga esteja balanceada, seja levantada ou abaixada uniformemente. O laço não fique preso sob a carga (se necessário, devem-se colocar calços, evitando-se que a carga ou os laços sejam danificados).
Sempre que possível, em um conjunto de laços, não haja nenhum balançando livremente, pois mesmo quando os laços não utilizados são fixados no anel de carga ou no olhal, eles podem ainda ser perigosos. As seguintes precauções devem ser tomadas: não são permitidas movimentações com pessoas sobre a carga. A carga não deve ser suspensa sobre pessoas. Uma carga suspensa não deve ser deixada desassistida. Os laços não devem ser arrastados pelo chão; e não devem ser expostos desnecessariamente a elementos corrosivos. Se o laço for utilizado em um ambiente onde a temperatura exceda 100ºc, deve-se procurar orientação do fabricante. Os laços devem ser inspecionados visualmente quanto a defeitos ou deteriorações, antes de cada série de movimentações e, a intervalos adequados, durante cada série. Devem também sofrer uma inspeção completa de rotina por pessoa qualificada. Havendo dúvidas quanto às condições de segurança, este deve ser colocado fora de serviço e sujeito a inspeção completa. A inspeção visual deve ser feita para detectar arames partidos; distorção do cabo (por exemplo, nó e amassamentos), danos no trançamento, nas presilhas ou acessórios. 

Desgaste excessivo e danos por calor e a corrosão. A inspeção completa deve ser feita a intervalos não excedendo seis meses. Portanto ser reduzido, quando necessário, em função das condições de serviço. Os arames partidos podem causar ferimentos ao usuário, como também reduzir a resistência do cabo. Normalmente surgem por danos mecânicos, embora possam surgir por corrosão. Arames partidos, distribuídos uniformemente, podem não ter efeitos marcantes na resistência do laço, mas podem indicar a existência de corrosão ou danos mecânicos. Geralmente, a perda de resistência causada por corrosão ou danos mecânicos em todo o cabo é mais crítica que a perda da resistência resultante de arames partidos. Para evitar ferimentos nos usuários, os arames expostos devem ser quebrados na base. Rupturas distribuídas aleatoriamente. 

Quando houver suspeitas de corrosão interna ou corrosão debaixo do amarrilho do trançado manual, o laço deve ser colocado fora de serviço e sujeito a uma inspeção completa por uma pessoa qualificada. Deformação do cabo. O laço deve ser descartado quando ocorrer dobra amassamento e colapso da alma. Entretanto, em certas circunstâncias, deformações permanentes podem ocorrer sem necessariamente afetar a resistência do laço, como, por exemplo, quando o cabo é dobrado sob o efeito de uma carga pesada sobre um diâmetro pequeno. No caso de dúvidas quanto à aceitação da deformação, o cabo deve ser sujeito a uma inspeção por pessoa qualificada. Danos por calor: quando exposto a temperatura excessiva durante muito tempo, o laço pode ter a sua resistência significativamente reduzida. Evidências de sobreaquecimento pode ser a descoloração dos arames, perda de lubrificação ou vestígio de arco elétrico. 
Quando estas condições forem identificadas, o laço deve ser retirado de serviço e sujeito a inspeção por pessoa qualificada. Na inspeção dos acessórios, presilhas ou trançados, deve-se observar a evidências de abertura, distorção ou trincas no gancho. Distorção e desgaste do anel de carga ou fechamento de sapatilhas. Trincas na presilha, abrasão ou amassamento severo da presilha ou do trançado. Presilha ou trançado se soltando. Rompimento da base do olhal devido ao uso de pino de diâmetro excessivo ou certos tipos de sapatilha. Arames partidos na superfície externa do olhal, causados, por exemplo, pelo uso de pino de pequeno diâmetro e olhal sem sapatilha. Efeito de fricção na superfície de contato do olhal sem sapatilha.