Uso do cinto de segurança diminui ou até evita traumatismos
Uso do cinto de segurança diminui ou até evita traumatismos
Nos dias atuais, onde todos tem pressa para fazer tudo, sempre correndo, atrasados para seus compromissos, muitos acabam deixando de lado a segurança. Hoje veremos a importância do cinto de segurança, algo que parece ser tão simbólico, mas que pode salvar muitas vidas no trânsito.
Muitas pessoas hoje em dia não enxergam mais as ruas como uma via coletiva, mas sim uma via particular um caminho em que ela tem prioridade para chegar a seus compromissos. Parece que só isso explica o comportamento que certos motoristas tem.
Uma das maneiras de se proteger de acidentes no trânsito, é usando o cinto de segurança. Veículos são uma arma. Colisões em alta velocidade podem causar traumas mortais, deixar sequelas para toda a vida, e uma das formas mais eficientes de se proteger contra isso é usando o cinto de segurança.
O cinto de segurança serve para proteger os ocupantes de um veículo, tanto o motorista, como os passageiros. Porém, no nosso país, criou-se erroneamente o hábito de que só o motorista deveria usar o cinto.
Após muitas campanhas de conscientização, palestras informativas, conseguiu-se ter uma melhora nesse ponto, visto que as pessoas passaram a ter mais consciência da necessidade do cinto.
Pesquisas mostram que um em cada dez brasileiros usa o cinto no banco traseiro do carro. Em colisões a 50 km/h, uma criança de 20 quilos se projeta contra o banco da frente com uma força de 300 quilos. Um adulto é lançado com o peso de quase uma tonelada.
Os traumas causados por um acidente de carro vão desde traumatismo craniano, lesões na coluna vertebral, até hemorragias internas.
Fica claro que não vale a pena correr o risco só porque usar o cinto é “desconfortável”. Vale lembrar que para as crianças menores que sete anos e meio, a lei exige o uso da cadeirinha.
E as empresas ficam atentas para que seus funcionários motoristas não deixem de usá-lo, pois no caso este é o meio preventivo para diminuir os impactos, caso haja um acidente.
Cabe ao empregador, a orientação e cobrança do uso do cinto, sendo este uma das ferramentas de segurança na execução de sua tarefa, que é de dirigir.

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